
Novas Workstation Solutions e ThinkStation P2/P3 prometem potência bruta, onde e quando for preciso
A Lenovo revelou hoje, durante a NXT BLD, um conjunto de novidades que interessa — e muito — a quem vive agarrado a projectos pesados, renderizações complexas, fluxos de dados intensos ou inteligência artificial aplicada. Trata-se do novo portefólio Lenovo Workstation Solutions e da actualização das suas ThinkStation P2 e P3, que chegam para provar que o trabalho criativo, técnico ou científico não tem de ser sinónimo de frustração, lentidão ou compromisso.
A promessa: mais do que hardware, um ecossistema de performance

A Lenovo está a jogar em campo sério: não basta meter processadores potentes e placas gráficas de última geração. Hoje em dia, é preciso apresentar soluções completas e escaláveis, desenhadas de raiz para profissões que vivem no limite da capacidade de processamento. E é aqui que entram estas novas Workstation Solutions — pensadas para engenheiros, designers, arquitectos, cientistas de dados, investigadores e criadores de conteúdos exigentes.
A marca defende que o objectivo passa por acelerar o trabalho em três áreas críticas: acesso remoto a potência workstation, desenvolvimento de IA, e computação espacial para ambientes imersivos.
Estamos a falar de soluções com ThinkStation e ThinkPad P Series, Intel e AMD da nova geração, GPU’s NVIDIA RTX PRO e software com certificações ISV. Nada foi deixado ao acaso. O resultado? Ferramentas ajustadas aos desafios reais, com foco na produtividade, segurança e facilidade de implementação.
Lenovo Access: a potência na ponta dos dedos, mesmo a quilómetros de distância

A estrela da apresentação chama-se Lenovo Access — e funciona como um atalho para o futuro do trabalho híbrido. Imagine-se a controlar uma estação de trabalho topo de gama como se estivesse à sua frente, mas sentado num café ou num estúdio remoto. É esse o conceito.
O primeiro “blueprint” do Lenovo Access é baseado em sete ThinkStation P3 Ultra SFF montadas num bastidor e ligadas através do protocolo Mechdyne TGX. Cada unidade pode chegar aos 128 GB de RAM, 16 TB de armazenamento e gráficos RTX 4000 SFF Ada, com suporte para frequências de 5.7GHz em modo turbo. Ou seja, um verdadeiro monstro de processamento, mas com uma arquitectura 1:1 — nada de partilhas, servidores lentos ou ambientes virtualizados a meio-gás.
A experiência promete ser fluída, de baixa latência e com acesso completo à performance real de cada workstation. A cereja no topo do bolo? Gestão remota de ponta (BMC, vPro, AMD Dash) e segurança reforçada com o ThinkShield, o portefólio de cibersegurança empresarial da marca.
ThinkStation P2 e P3: menos ruído, mais músculo

Mas não ficamos apenas pelo lado conceptual e remoto. A Lenovo atualizou também os desktops ThinkStation P2 e P3, que continuam a oferecer uma combinação notável de potência, valor e footprint reduzido. Ideal para equipas criativas, pequenas agências e estúdios técnicos que não querem comprometer em performance — mas que também não querem gastar o orçamento todo num servidor.
Palavra de ordem: produtividade sem limites
Segundo Rob Herman, VP da divisão de Workstations e AI da Lenovo, o foco está em oferecer soluções que “acelerem os fluxos de trabalho e concretizem projectos com ambição”. A visão é clara: não se trata de vender máquinas, mas sim de construir ferramentas inteligentes, eficientes e acessíveis que libertem o verdadeiro potencial de quem cria.
E se esta é apenas a primeira fase da nova geração de soluções da Lenovo, é caso para dizer: estamos perante uma marca que já deixou de vender hardware. O que está a vender agora é tempo, eficiência e tranquilidade.





