
O Adamastor Furia, o primeiro supercarro de produção nacional, marcou presença na 54.ª edição do Circuito Internacional de Vila Real, realizada entre 4 e 6 de Julho, onde se destacou como uma das grandes atrações do paddock.
Embora não tenha ido para a pista, o Furia brilhou na apresentação estática que a Adamastor preparou em parceria com a organização do evento. A tenda dedicada à marca portuguesa tornou-se rapidamente um ponto de paragem obrigatória para curiosos e apaixonados por engenharia automóvel, muitos dos quais aproveitaram para conhecer ao vivo o modelo que tem vindo a conquistar a comunidade automóvel nacional – e não só.
Adamastor Furia criou impacto

O impacto visual do Furia, aliado ao simbolismo de um supercarro totalmente concebido em território português, reforçou o entusiasmo que já vinha a crescer nas redes sociais e entre especialistas. Esta aparição pública no prestigiado circuito citadino de Vila Real representou, para a Adamastor, mais do que uma simples exibição: foi uma afirmação de presença e ambição.
Uma obra nacional com alma de competição

Produzido no Porto, o Furia resulta de anos de desenvolvimento, testes e obsessão por detalhe técnico. A Adamastor, que se tem vindo a posicionar como um fabricante de supercarros de baixo volume com forte aposta em engenharia e inovação, começou por investir em I&D e reposicionou-se, em 2019, com um objectivo claro: lançar um supercarro nacional competitivo à escala global.
Com acesso a componentes de topo do desporto automóvel internacional e reforçada por uma equipa experiente vinda da indústria automóvel, a Adamastor tem vindo a transformar o sonho em realidade. O Furia é um modelo com ambição para pista, mas com versão homologada para estrada, e não esconde a sua alma de competição.
Vila Real foi palco de orgulho português

O circuito de Vila Real, um dos mais emblemáticos da velocidade europeia e com quase um século de história, serviu de cenário ideal para a estreia pública do Furia. Rodeado de máquinas consagradas, o supercarro português não perdeu protagonismo – pelo contrário, captou atenções e deixou muitos a imaginar o seu rugido nas retas e curvas apertadas da cidade transmontana.
Para a Adamastor, esta presença serviu de ponto de viragem na comunicação com o público, que teve finalmente oportunidade de ver, tocar e conversar com a equipa responsável por aquele que é, até hoje, o mais arrojado projecto automóvel nacional. E se o Furia ainda não rugiu em pista, o eco da sua presença já se faz ouvir bem alto na indústria.






