
Lenovo leva a emoção da F1 da pista para o mundo em menos de um piscar de olhos
A Lenovo voltou a mostrar como a sua infra-estrutura de TI é hoje tão essencial para o desporto como os pneus ou o combustível. A temporada de 2025 da Fórmula 1 tem sido um espectáculo à parte com ultrapassagens milimétricas, pole positions batidas por centésimos e um campeonato ao rubro. Mas por trás da velocidade dos monolugares, existe outro gigante tecnológico a trabalhar para que 750 milhões de fãs não percam um único segundo da acção.
Do circuito urbano de Baku à pista molhada de São Paulo, passando pelas icónicas curvas do Mónaco, tudo o que vemos e ouvimos chega ao Centro de Media e Tecnologia da F1, em Biggin Hill (Reino Unido), a partir de uma teia impressionante de tecnologia.
A tecnologia que faz da F1 o desporto mais rápido também fora da pista
O processo é quase tão fascinante como uma ultrapassagem na recta: em cada corrida são instalados 60 km de fibra ótica e duas condutas de dados de 10 gigabits. Nada de satélites – a fiabilidade é crítica, e a ligação física é a única forma de garantir que não há falhas.
Resultado? Em menos de um quarto de segundo – o tempo de um pestanejar –, imagens e dados atravessam continentes para chegar à Europa. A latência é tão baixa que já foi possível até controlar câmaras remotamente a partir do Reino Unido, ajustando ângulos e qualidade como se o realizador estivesse na pista.
A dimensão dos números impressiona: em cada fim de semana de corrida, a Lenovo processa 500 terabytes de dados, o equivalente a 48 anos de vídeo HD.
De Biggin Hill para o mundo: 180 territórios ligados à mesma corrida
Toda a operação é coordenada a partir do centro de broadcast europeu da Fórmula 1, em Biggin Hill. É daí que partem as transmissões para mais de 180 territórios, alimentadas por servidores e hardware Lenovo optimizados com inteligência artificial e computação edge.
Além do vídeo, há a vertente invisível mas essencial:
- Transmissões de rádio em tempo real para os 20 carros, geridas por técnicos no momento.
- Mais de 180 aplicações personalizadas a correr em hardware Lenovo para monitorizar dados, optimizar estratégias e manter a transmissão estável.
É um segundo campeonato, paralelo ao da pista: enquanto os pilotos lutam pela vitória, a Lenovo garante que cada aceleração, cada paragem nas boxes e cada embate chegue em directo, com qualidade irrepreensível.
Tecnologia testada ao limite, de desertos a dilúvios
Com 24 corridas em cinco continentes, o desafio técnico é imenso. Os sistemas têm de resistir ao calor sufocante dos circuitos no deserto e à humidade das cidades chuvosas. “Cada corrida é um desafio único num país diferente, num novo ambiente e sem margem para erros”, afirma Matt Dobrodziej, Presidente da Lenovo EMEA.
Na prática, a Lenovo tornou-se uma peça do próprio ADN da Fórmula 1: tão essencial como os engenheiros da box, os pneus novos ou a estratégia de combustível.
Quando a F1 acelera, a Lenovo acompanha
O público vê ultrapassagens, bandeiras amarelas e carros em velocidade estonteante. Mas tudo isso só é possível porque, atrás das câmaras, existe uma infra-estrutura robusta que trabalha a 300 km/h em paralelo com os monolugares.
A Lenovo conseguiu transformar a experiência da Fórmula 1 num espectáculo global, transmitido com a mesma precisão e velocidade que define o desporto. Se cada carro é um prodígio de engenharia, também os bastidores tecnológicos da Lenovo são uma corrida à parte – e que está a ser vencida.






