Um estudo com mais de oito mil alunos europeus traça o retrato da Geração Z em modo académico – e a Lenovo tem uma resposta preparada
A Lenovo inquiriu mais de 8000 estudantes em oito países europeus e o retrato que emerge é o de uma geração que estuda em movimento, cria sem horários fixos e espera que a tecnologia se adapte a si – e não o contrário. Noventa e quatro por cento dos inquiridos consideram o tablet uma ferramenta útil para a vida académica, usando-o em deslocações, bibliotecas e cafés tanto quanto numa secretária.
Quase um em cada três estudantes coloca o design leve e a portabilidade no topo das prioridades para o seu equipamento de estudo ideal. A mensagem é clara: o computador portátil tradicional já não é a resposta automática para toda a gente.
A IA deixou de ser opcional
Os dados sobre inteligência artificial são os mais expressivos do estudo. Noventa e oito por cento dos inquiridos afirmam que a IA os apoia na gestão da carga de trabalho – um número que, há três anos, seria ficção científica aplicada ao contexto académico.
A Lenovo responde a esta realidade com o Qira, uma plataforma de IA que a marca descreve como “inteligência ambiente pessoal” – uma designação que soa a jargão mas que tem uma intenção concreta: em vez de ser uma ferramenta que se abre quando necessária, o Qira funciona de forma proactiva entre dispositivos, acompanhando o contexto do utilizador sem interromper o que está a fazer.
Funcionalidades como o Pay Attention – que captura pontos-chave em tempo real durante uma aula ou reunião – e o Deep Research, desenvolvido em parceria com a Perplexity, são exemplos práticos desta abordagem.
O Smarter Reader e o AI Notes permitem interacções gestuais com os materiais de estudo: circular uma ideia num documento pode gerar uma clarificação imediata. É o tipo de funcionalidade que ou se torna indispensável em dois dias ou nunca se volta a usar – e a Geração Z saberá decidir rapidamente.
Criatividade, sustentabilidade e o Idea Tab Pro Gen 2

O estudo revela ainda que 75% dos utilizadores de tablets os usam semanalmente para esboçar ou desenhar, e que 92% valorizam a precisão da caneta digital. Para uma geração que cresceu com ecrãs tácteis como interface natural, o tablet é também um caderno de esboços, um diário visual e uma ferramenta de expressão – não apenas um substitujo do computador para tomar notas.
Há também uma dimensão de valores que a Lenovo destaca e que merece atenção: 99% dos inquiridos consideram a sustentabilidade um factor decisivo na escolha tecnológica, com preferência por materiais duráveis, facilidade de reparação e componentes reciclados. São números que as marcas tecnológicas devem levar a sério – e que a Lenovo usa como argumento de posicionamento para o Idea Tab Pro Gen 2, apresentado na MWC 2026.
O dispositivo chega com o processador Snapdragon 8s Gen 4, ecrã PureSight Pro de 13 polegadas em resolução 3,5K e bateria de 10.200 mAh. No papel, é o tablet que responde directamente às conclusões do estudo: potente o suficiente para multitarefa criativa e autónomo o suficiente para sobreviver a um dia académico completo sem procurar uma tomada.
Em suma, o estudo da Lenovo confirma aquilo que a observação do quotidiano já sugeria: o tablet deixou de ser o primo mais simples do computador portátil e tornou-se a ferramenta principal de uma geração que trabalha, estuda e cria em movimento. Os números são expressivos, o produto existe, e a integração de IA começa a ser suficientemente prática para justificar a conversa.
O Lenovo Idea Tab Pro Gen 2 não foi anunciado com data de disponibilidade para Portugal, mas os dados do estudo sugerem que o mercado está à espera.
Para saber mais sobre o Lenovo Idea Tab Pro Gen 2, visite o Lenovo StoryHub.
Para saber mais sobre o Lenovo Qira, visite o Lenovo StoryHub.






