Há poucos dias, falámos no Golf GTI e na falta de novidade que a Volkswagen tem trazido ao longo dos ultimos anos.
Hoje vamos tratar a VW Golf Variant, que não foge à regra da monotonia do design, que parece ter estagnado no tempo para a marca de Wolfsburg, mas que no entanto continua a ser uma receita de sucesso.
Como diz o ditado… Em equipa que ganha não se mexe.
Claramente a VW não precisa de wow factor para vender, outras marcas nem com wow factor lá vão!
Não quero parecer com estes comentários que sou anti VW ou algo do género. Não sou contra nenhuma marca, nem a favor… já agora.
Todas têm os seus pontos fortes e fracos. Como tudo na vida.
E para cada gosto, necessidade, orçamento e momento há um automóvel certo.
Desde o Golf II que a carrinha passou a fazer parte integrante da oferta e que se tornou um elemento incontornável da familia VW, especialmente num segmento que representa uma fatia gigantesca de vendas nos países europeus.
Também por isso, este é um dos segmentos mais competitivos e do qual quase nenhuma marca quer estar ausente.
A nova VW Golf Variant foi apresentada oficialmente no Salão de Genebra.
As motorizações são semelhantes às do Golf “normal”, com as motorizações turbo a gasolina de 85 cv, 90 cv, 105 cv, 122 cv e 140 cv.
No que diz respeito ao diesel, a oferta compreende o 105 cv, 110 cv e 150 cv, enquanto a versão BlueMotion está equipada com o 110 cv e caixa de 6 velocidades manual, o que permite emissões de CO2 de 87 g/km e 3.3 lt/100 km de consumo combinado.
Dependendo da escolha de motor, estão disponíves caixas de 5 e de 6 velocidades manuais, bem como a opcional automática DSG de dupla embraiagem.
Destaque ainda para as novidades 4Motion (tracção integral) com duas motorizações diesel – 105 cv e 140 cv, e para a futura TGI – a adesão da VW ao gás natural.
























