Ok, até as maiores e mais reputadas marcas podem ter os seus momentos de loucura, certo? Mas é preciso esticar muito a corda (ou ser extraordinariamente visionária) para tentar ideias que, à partida, irão chocar mentalidades, credos, noções e convicções.
Sem mais delongas, vou tentar explicar o conceito que está na imagem: trata-se de um projecto para uma peruca cujo interior (ou seja, a parte que toca a cabeça de quem a usar) está cheio de sensores para tratamento de dados, com processador e interface de comunicação.
Trata-se de uma peruca inteligente a que não é alheia a designação’SmartWig.
Está ainda em fase experimental e será capaz de fornecer inúmeros dados a quem (e sobre quem) a utiliza, desde tecnologia GPS, a aplicações médicas e, logicamente, conexão com demais equipamentos tmbém “móveis”.
A Sony, que já patenteou a SmartWig, declara que esta é feita de cabelo humanóide ou equídeo, permitirá um passo mais além que o Google Glass e que até vibrará quando o utilizador receber uma SMS ou email.
Mas deixemo-nos de galhofa. Na verdade, esta peruca pode ser extraordinariamente útil, pois todos estes sensores de alarme e movimento poderão ajudar a locomoção dos invisuais. E quanto à medicina, será que um dia podemos andar com um penteado diferente dos dias normais para descobrir, em tempo útil, se temos alguma maleita escondida? É que também se sabe que a SmartWig servirá também para medir a temperatura e a pressão sanguínea, o que abre muitas possibilidades no controle de saúde.
E num repente, esta loucura da Sony começa a fazer todo o sentido…
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