Um smartphone ou tablet é um pequeno computador e as pessoas tendem a esquecer esta realidade. E quanto mais potentes, mais conectados e utilizados. O problema é que também são o alvo perfeito para ataques de malware e o aumento de virus é astronómico!
A Kaspersky Labs tem alertado constantemente para esta situação mas, sabemos bem, muitos consumidores crêem que esse mal só acontece aos outros. Saiba que, só este ano, o número de incidências aumentou seis vezes…
Mais vale prevenir, não é? E para nos ajudar a procurar os sintomas mais comuns, a Kaspersky elaborou uma lista com os sete mais comuns.
- Anúncios não desejados: Se o seu smartphone ou tablet está a ser inundado de pop-ups ou outro tipo de anúncios intrusivos – para além do que possa ser considerado normal nas aplicações -, é provável que tenha instalado um adware.
- Picos de dados: Alguns ficheiros maliciosos aumentam o uso de dados para fazer com que o dispositivo se ligue repetidamente a um website, faça clique num anúncio, descarregue ficheiros de grande dimensão ou envie mensagens.
- Facturas elevadas sem motivo: Frequentemente, o malware faz com que um smartphone ou tablet infectado faça chamadas ou envie SMS para números de valor acrescentado, elevando o montante da factura telefónica.
- Aplicações não solicitadas: Algumas apps maliciosas compram ou descarregam aplicações do Google Play ou de outras lojas não oficiais. Se aparecerem no seu dispositivo aplicações que não descarregou, desconfie.
- Apps que utilizam funções desnecessárias: Alguns programas maliciosos disfarçam-se de aplicações legítimas. Se solicitarem permissão ou outras funções de que não necessitam para ser usados, é provável que tenham fins maliciosos.
- Actividade estranha nas contas online: Este problema não afecta só os PCs. O malware móvel é muito complexo e pode roubar passwords, credenciais de acesso e dados guardados no dispositivo.
- Aplicações que exigem dinheiro para desbloquear o dispositivo: Nenhuma empresa legítima que opere dentro da lei bloqueia o dispositivo e pede dinheiro para o desbloquear.
A empresa reforça que a melhor forma de manter os equipamentos protegidos é instalar uma boa protecção anti-malware. No entanto, existem medidas adicionais para evitar que o smartphone ou tablet Android seja infectado:
- Não fazer ‘jailbreak’ ao dispositivo.
- Introduzir um PIN ou uma password para desbloquear o ecrã.
- Só descarregar aplicações que procedam de fontes de confiança.
- Não utilizar redes WiFi públicas para realizar qualquer tipo de transacção.
- Rever as permissões solicitadas pelas aplicações.
- Armazenar apenas os dados confidenciais que sejam necessários no dispositivo
- Instalar uma função de controlo parental para evitar que as crianças acedam a compras ou páginas não recomendadas.






