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A primeira edição do Mobile Edge, promovido pela marca portuguesa Carbon by BOLD, debateu as novas tendências e desafios da indústria mobile, concluindo que em 2016 estarão em utilização mais de 8 mil milhões de aparelhos. Quem o afirma é Kevin Benedict – Senior Analist da Cognizant, que denomina o efeito mobile como um verdadeiro “tsunami da transformação digital”.
A transformação em questão passa pela comunicação de todos os objetos com aparelhos mobile, de uma forma integrada e intuitiva. Para isso, é necessário que exista uma proliferação de sensores que permita, por exemplo, saber quando é que uma caneta está a ficar sem tinta.
O evento contou com intervenções de vários especialistas internacionais como Gavin Simpson da Box, Jesus Rodriguez da KidoZen, Ian Vernon da Amanzitel e dos portugueses Miguel Vicente da Microsoft, Fernando Pereira da TAP e Rui Bento da Uber.
Kevin Benedict, guru da área mobile, defende que o futuro da tecnologia está na proliferação de sensores nos objetos e na sua comunicação integrada
Segundo Pedro Henriques, Business Manager da Carbon by BOLD, “o Mobile Edge marcou o início de um fórum anual que, em breve, será um dos grandes eventos de discussão da indústria mobile a nível internacional. Estamos já a trabalhar na segunda edição do evento e queremos que a filosofia se mantenha, e, que a qualidade dos oradores e dos participantes seja uma referência para os eventos de tecnologia em Portugal.”
O evento, que discutiu temas como tendências mobile, mobilidade de processos dentro das empresas e o novo paradigma económico baseado em apps, deu oportunidade à plateia de colocar e debater questões de futuro como a segurança envolvida na partilha de dados pessoais pelos utilizadores.
De acordo com Kevin Benedict, Senior Analist da Cognizant, “é importante que eventos como o Mobile Edge tenham lugar, para que o setor analise os desafios da mobilidade em todas as suas vertentes. É fundamental que entendamos que o futuro das empresas e das industrias passará pela transformação digital, quer exista orçamento para isso ou não. Isto é, a aposta que já se está a fazer neste setor é algo que as empresas do séc. XXI não poderão ficar alheias.”
Com lotação esgotada, e, composto maioritariamente por profissionais do setor e por apaixonados por tecnologia, o Mobile Edge deixou várias questões em aberto para a segunda edição do evento, apontada para 2015.





