O Galaxy Note sempre foi, para mim, o melhor dos Samsung e aquele que, sem pestanejar, escolheria como telefone/computador para o dia a dia. Já me passaram pelas mais os mais recentes (podem pesquisar os ensaios que lhes fiz) e chega a hora da quinta geração deste fenomenal Phablet com caneta stylus incorporada.
Seguindo a norma dos recentes lançamentos, o Samsung Galaxy Note 5 tem uma construção similar com vidro e alumínio. Se por um lado fica mais elegante e sólido, por outro deixa de lado o acesso à bateria e, pior, esqueceu a entrada para cartões microSD, situação mais grave quando se fala de um telefone de trabalho.
O ecrã Super Amoled apresenta-se com 5,7″ com resolução Quad HD (2560×1440 pixels). Do S6 também saiu o processador, um quad-core Cortex-A53 de 1,5 GHz + quad-core Cortex-A57 de 2,1 GHz alimentado por 4GB de RAM. Podemos escolher entre a versão de 32 ou 64GB, mas o preço deve ser proibitivo. A câmara também é de família, com 16MP. A frontal tem uns “parcos” 5MP (os novos Sony Xperia Z5 e Huawei Mate 8 prometem muito mais). Para os mais ciosos, programa-se a impressão digital no botão de acção principal.
Mas o Note tem algo que falta em todos os outros: a caneta S Pen! Está mais “madura”, sensível, com novas funções onde se destaca o desbloqueamento do telefone através de um botão presente na S Pen. Interessante.
Contudo, foi a Keyboard Cover o principal causador de admiração. Trata-se de uma capa (fala-se em 80 dólares) que tem um teclado com teclas físicas e que “veste” metade do Note 5. Este sim, um acessório que me deixa com água na boca e me faz lembrar o meu antigo Sony Ericsson P990… que curiosamente também tinha uma stylus.
Ou seja, a Samsung recriou esse conceito da Sony uma década depois. E não, não estou a ser mauzinho. Ora vejam:







