O mestre Jacques Rivette deixou hoje a vida terrena. Para muitos difícil de catalogar, fez um cinema por vezes perturbador, outras demasiado teatral, mostrando sempre (ou tentando) o que é isto de ser humano. O que é isto de ter sentimentos contraditórios.
Jacques fez parte do glorioso grupo de críticos que escreveram na revista Cahiers du Cinéma e que depois abraçaram a arte de criar em vez de criticar. Um quinteto de respeito de que fizeram parte, para além de Rivette, François Truffaut, Jean-Luc Godard, Eric Rohmer e Claude Chabrol.
Dele ficarei para sempre com as imagens de uma linda musa, Emmanuelle Béart, que despida estava mais vestida que toda a gente com roupa.




