E eis que o Tag Heuer Connected chega finalmente a Portugal, com apresentações em Lisboa e no Porto marcadas para 9 e 12 deste mês, abrilhantadas com a presença dos campeões nacionais de automobilismo, Pedro Lamy, Filipe Albuquerque e Miguel Barbosa, e do megastar McNamara.
Recupero o post que assinei em Novembro do ano passado: o Connected resulta de uma parceria entre a TAG, a Intel – que fornece o chip e se estreia neste segmento – e a Google, que lhe empresta o sistema Android Wear.
Com caixa estanque em titânio, surge na intemporal medida de 46mm. Sim, é um relógio para homem, o clássico cliente da marca que quer entrar no mundo das aplicações de pulso. O vidro é de safira, pronto para resolver alguns toques, e o conjunto tem 12,8mm de espessura, o que o torna no maior modelo circular deste segmento de mercado.
As correias são extras e possivelmente onerosas, portanto esta possibilidade cromática abaixo terá o seu custo. De salientar que o Tag pesa apenas… 56g. Leram bem.

Mas lendo as características, começa a soar um alarme. Embora equipado com o novíssimo processador Intel Atom Z34XX, tem um ecrã LCD de apenas 360 x 360 com densidade 240ppi que perde quando comparado com os adversários: o Huawei Watch é bem melhor com um ecrã 400×400 e densidade 348ppi, o LG Urbane II que apresenta um LCD de 480 x 480 com 348ppi. Também idêntico aos novos smartwatch Android, tem 4GB de memória interna e uma bateria de 410mAh que aguenta 25 horas. É pouco…








