Xá das  5
  • NOTÍCIAS
  • AUDIO
  • RODAS
  • VÍDEO + FOTO
  • ANÁLISES
  • OPINIÃO
  • MOBILE
  • IDEIAS
Sem resultados
Ver todos os resultados
Xá das  5
  • NOTÍCIAS
  • AUDIO
  • RODAS
  • VÍDEO + FOTO
  • ANÁLISES
  • OPINIÃO
  • MOBILE
  • IDEIAS
Sem resultados
Ver todos os resultados
Xá das  5
Sem resultados
Ver todos os resultados

Q-Day 2016 – Portugal: Sun, Sea & Software

João Gata por João Gata
Setembro 16, 2016
Q-Day 2016 – Portugal: Sun, Sea & Software
Share on FacebookShare on Twitter

q-day-2016-quidgest

c.c.:

No próximo dia 22 de setembro vai realizar-se a 8ª edição do Q-Day 2016 Conference entre as 09h00 e as 18h00, na Culturgest, em Lisboa. É uma conferência anual, de interesse público, sobre estratégica, inovação, empreendedorismo, modelos de decisão e internacionalização, onde temos conseguido reunir, ao longo dos anos, conceituados oradores e uma plateia de nível e muito interessada. É dirigido a gestores, dirigentes públicos, políticos, diretores de informática e líderes de opinião.

“Portugal: Sun, Sea & Software” é o tema deste ano. Portugal é uma referência europeia, mundialmente reconhecida pelo seu tempo de sol, pela sua extensão e tradição marítima, bem como pelo seu potencial turístico em geral. Tem todas as condições para sê-lo também no domínio das novas tecnologias nomeadamente ao nível do Software de Gestão.

Vamos divulgar o nosso mérito tecnológico, atraindo competências e aliando as nossas valências, e o nosso património ambiental e cultural, à capacidade de desempenharmos um papel de relevo na transformação digital global.

Os temas em debate são:

PAINEL 1 Estratégias ganhadoras e criação de valor à escala global

Portugal tem condições para criar valor à escala global. São vários os casos de sucesso em diversas áreas económicas: turismo, futebol, vinho, cortiça, café, moldes, calçado, fileira automóvel, eólicas. E, no caso do surf e do canhão da Nazaré, é exemplar o aproveitamento do nosso mar. Apesar de tudo, a nossa posição económica internacional é muito débil, com muita emigração, défices estruturais e dívidas externas muitíssimo elevadas.

Como podemos criar valor não apenas no tradicional (sun&sea), mas também no tecnológico (software)? Que estratégias estão a ser seguidas nas tecnologias? na engenharia? e no software? Na realidade, são esses, hoje em dia, os setores que distinguem as nações com melhor desempenho económico e social.

Criamos mercado e oportunidades para a inovação tecnológica realizada em Portugal? Que resultados esperamos ao abrir portas ao investimento direto estrangeiro apenas para aproveitar, em tarefas de reduzida responsabilidade, a mão-de-obra qualificada barata? Estaremos a importar desnecessariamente produtos e serviços tecnológicos que somos capazes de fazer internamente, diferentes e melhores? Retemos os centros de decisão tecnológica ou estes estão capturados por interesses que nos são alheios?

Está tudo planeado e só falta mesmo é a coragem, a autoconfiança e a determinação da realização prática? Ou precisamos de novas políticas, de um novo modelo de decisão e de um marketing mais criativo e agressivo?

PAINEL 2 Normas internacionais, simplificação de processos e soluções de apoio à decisão

Tem Portugal condições para, à escala internacional, ser líder na adoção e na implementação de formas globais de regulação? Estão os produtores de software em Portugal atentos a estas oportunidades? Estão os reguladores e os regulados atentos às soluções informáticas criadas em Portugal (e usadas em todo o mundo) para dar a melhor resposta aos desafios da regulação?

Tal como o software, a regulação está em todo o lado. Os novos regulamentos comunitários sobre a proteção de dados pessoais e sobre a cibersegurança, são dois exemplos dos enormes desafios que a regulação coloca a todas as organizações nos próximos anos. Mas as normas e os processos evolutivos de regulação da banca e seguros, da concorrência, dos mercados, da energia, do ambiente, dos transportes, das condições de trabalho, da formação dos recursos humanos, da saúde e de muitas outras áreas – como, no Estado, o SNC-AP / IPSAS e os portais de compras públicas – estão a criar novos desafios em toda a economia e na sociedade em geral.

Não se trata apenas de regular, trata-se de o fazer com inteligência, eficácia, eficiência e simplicidade e, neste domínio, o Simplex+ e a modernização administrativa em Portugal são um excelente exemplo.

Queremos estar na primeira liga na adoção de novas normas? Com que agilidade lidam os sistemas de informação com estas mudanças constantes? Com que eficácia e fiabilidade respondem às novas regulamentações? Com que facilidade e produtividade lidam os utilizadores finais com eles? Que ganhos e benefícios resultam para todos os stakeholders? Como é que as oportunidades P2020 e H2020 podem ser bem aproveitadas? Como evitar pesadas sanções, em quadros punitivos muito gravosos? Como equilibrar os objetivos do negócio com as restrições da regulação? Como maximizar os resultados sociais da regulação?

Como criar uma imagem de Portugal como pioneiro em tecnologias para a regulação?

PAINEL 3 Cooperação internacional e parcerias para a transformação digital global

Com a noção de “transformação digital”, as tecnologias de informação (TIC) assumem um posicionamento mais voluntarista e querem ajudar a mudar as empresas (tornando-as mais eficazes, mais produtivas, mais inteligentes), os países (tornando-os mais modernos, mais desenvolvidos, melhor governados) e o mundo, tornando-o um lugar mais confortável, mais seguro, mais justo, com oportunidades para todos, melhor.

As TIC e sobretudo a internet tornaram o mundo numa pequena aldeia. A América Latina ou a Ásia estão mesmo aqui ao lado. Estamos a usar todo este novo potencial tecnológico em conjunto com a nossa vocação amistosa e humanista com todos os povos do mundo, para criar maior valor económico? Estamos a aproveitar os orçamentos das multilaterais, incluindo a União Europeia, para fazermos propostas de valor diferenciadoras e competitivas? Como podemos aproveitar eventos e iniciativas que estão a convergir para Portugal, para potenciar ainda melhores relações e negócios de valor bilateral para novos mercados? Como é que as associações, as universidades, as consultoras jurídicas, de gestão e tecnológicas podem beneficiar e ajudar neste processo? Qual a dimensão e natureza do apoio ao desenvolvimento financiado por Portugal? Este apoio ao desenvolvimento está a aproveitar as competências tecnológicas das empresas portuguesas? Que alterações se verificaram na nossa diplomacia económica?

Que competências, valores e capacidades culturais distintivas têm os portugueses para serem relevantes na transformação digital global, de modo a cumprir os objetivos do desenvolvimento sustentável das Nações Unidas (Agenda 2030)? Como atuam na cooperação internacional, de forma isolada ou em cluster?

Como criar uma imagem de Portugal como parceiro privilegiado na transformação digital global?

PAINEL 4 Tecnologias que sustentam a competitividade nacional

Quais as tecnologias e recursos em que temos, em Portugal, ofertas de valor competitivas a nível internacional?

No desenvolvimento de software, seremos competitivos na programação de código tradicional ou precisamos de um elemento diferenciador? Será uma boa estratégia formar crianças em programação para competir com a China, a Índia e o Vietname? Poderá a modelação e automação, numa lógica de indústria 4.0, posicionar-nos para um patamar superior de engenharia e arquitetura de sistemas e consequentemente, numa maior competitividade global na indústria de software?

E na área dos sensores inteligentes e da Internet das coisas? E no mundo da realidade virtual aumentada? E na atualização tecnológicas de soluções obsoletas legacy? Que outros projetos mobilizadores estão em curso além do apoio a Startups e da nova “Iniciativa Tecnologia Portuguesa”? Como é que eventos tipo Web Summit ajudam a superar níveis nas nossas empresas tecnológicas?

Como se garante a competitividade nacional? O que governos e empresas em Portugal têm pedido à tecnologia nacional? Que bons (e maus) exemplos de projetos tecnológicos temos no nosso portfólio coletivo recente?

Como melhorar a imagem internacional do Portugal tecnológico?

Decorrerão como habitualmente, em sessões paralelas, workshops temáticos. Este ano os temas são:

Nova visão para a Gestão Pública – SNC-AP

No início de 2017 um novo Sistema de Normalização Contabilística Pública passa a ser obrigatório. A preparação para uma nova visão da Gestão Pública em Portugal já começou. Várias ações de formação, em paralelo com a execução prática em entidades piloto, estão em curso. A Quidgest é pioneira na implementação do SNC-AP em algumas destas entidades.

Novo portal Gestão Documental

Nesta sessão, Beatriz Bagoin Guimarães irá apresentar o novo Portal de Gestão Integrada de Informação com um interface renovado e compatível com dispositivos móveis. Serão ainda apresentadas as novas funcionalidades em desenvolvimento nos sistemas de Gestão Documental da Quidgest.

Do Mundo Físico para o Digital

David Gonçalves fará uma introdução ao projeto Sense, a abordagem da Quidgest ao mundo do IoT, abordando a sua idealização, conceção e desenvolvimento. Irão ser apresentadas as mais-valias deste sistema, possíveis aplicações e alguns dos equipamentos usados. João Gonçalves irá fazer uma demonstração e oferecer uma visão global do sistema, da arquitetura ao roadmap, e como este poderá ser integrado nas soluções Quidgest já existentes.

QHR Talks: Gestão de Competências

Neste workshop vamos falar de como superar as dificuldades de definir e atribuir os trabalhadores com as competências certas para o posto de trabalho certo. Durante a discussão será apresentado o Sistema de Gestão de Competências, desenvolvido pela Quidgest, que dá apoio na gestão e avaliação de competências dos trabalhadores.

Gestão Estratégica do Governo de El Salvador

Este projeto foi recentemente selecionado pela Comunidade de Profissionais Especialistas em Gestão por Resultados no Desenvolvimento da América Latina e Caribe (CoPLAC-GpRD) do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), como um dos três premiados no II Premio Anual “Gestão por Resultados de Desenvolvimento” 2016, prémio concedido às melhores práticas de Gestão por Resultados no Desenvolvimento da região.

Como habitualmente, irão ser atribuídos os prémios Co-inovação aos clientes que mais contribuíram para o processo de inovação e melhoria contínua das suas soluções tecnológicas.

Os sistemas de informação ocupam um lugar central no desenvolvimento e bem-estar das sociedades modernas. Podem ser um dos principais caminhos, para Portugal melhorar rapidamente a sua qualidade de vida, sem custos nem esforços muito avultados. O Q-Day é mais um contributo nesse sentido.

Tags: Q-Day 2016 – Portugal: SunSea & Software
João Gata

João Gata

Começou em vídeo e cinema, singrou em jornalismo, fez da publicidade a maior parte da vida, ainda editou discos e o primeiro dos livros e, porque o bicho fica sempre, juntou todas estas experiências num blogue.

Próximo artigo
Sony apresenta a lente 18-110 mm Super 35 mm/APS-C com zoom motorizado

Sony apresenta a lente 18-110 mm Super 35 mm/APS-C com zoom motorizado

Recomendados.

InPost lança Lockers autónomos com painéis fotovoltaicos em 2024

InPost lança Lockers autónomos com painéis fotovoltaicos em 2024

Junho 21, 2024
Sony apresenta INZONE H9 II, E9 e novos periféricos

Sony apresenta INZONE H9 II, E9 e novos periféricos

Agosto 19, 2025

10º FESTIVAL MENTAL

MENTAL 2026

Parceiros

TecheNet
Logo-Xá-120

Gadgets, tecnologia, ensaios, opinião, ideias e futuros desvendados

  • Estatuto editorial
  • Política de privacidade , termos e condições
  • Publicidade
  • Ficha Técnica
  • Contacto

© 2026 Xá das 5 - Director: João Gata

Sem resultados
Ver todos os resultados
  • NOTÍCIAS
  • AUDIO
  • RODAS
  • VÍDEO + FOTO
  • ANÁLISES
  • OPINIÃO
  • MOBILE
  • IDEIAS

© 2026 Xá das 5 - Director: João Gata