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Um ano após a morte do seu criador, quo vadis Apple?

João Gata por João Gata
Janeiro 16, 2013
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steve jobs

Um ano após a morte do co-fundador e líder incontestável da, neste momento, empresa mais importante do mundo (pelo menos em bolsa), a Apple vive um drama.
O seu novo ícone móvel, o iPhone 5, não é a evolução que muitos desejaram e previram e, muito pior, tem conhecido alguns problemas de funcionamento a que o novo sistema operativo 6 não é alheio.

Não vou listá-los, mas um ou outro já obrigaram à intervenção oficial com pedido de desculpas pelo CEO Tim Cook (responsável por muito mais do que se pensa, mesmo enquanto Jobs era vivo), situação complicada de gerir e rara nesta empresa.

Contudo, existem outros sinais de fraqueza, um deles sentido na minha própria pele ao adquirir um MacBook Pro versão 2011, o último de uma longa linha já com Intel que me fez regressar à maçã depois dos Macintosh LC e Classic que tive lá nos primórdios da era dos computadores pessoais. Experienciei problemas graves: extrema lentidão, disco defeituoso que implicou troca, crashes… num portátil que custou o dobro de outros concorrentes bem bons. Fiquei atónito, comentei a surpresa e percebi que não era o único utilizador a ter problemas nos mais recentes lançamentos informáticos, quanto a mim, o verdadeiro core empresarial.

Este último Setembro também conheceu, como é usual, os novos iPods e aconteceu mais um choque: o fantástico Nano que é utilizado como relógio touchable, cresceu! Aquilo que tinha sido um milagre de miniaturização (mesmo sob fortes críticas em termos de maneabilidade), passou a ser igual a todos os outros que não têm pretensões a serem ícones de design e que são vendidos por meia dúzia de euros.

A concorrência aperta cada vez mais, e em alguns casos, já superou a inovação outrora imbatível da Apple; O Samsung Galaxy SIII continua a ser considerado, mesmo após o lançamento do iPhone5, como o melhor smartphone actual, mas outros estão próximos e de marcas que se deixaram adormecer mas preparam um cameback importante: Motorola, Sony, Microsoft, entre outros, gigantes que foram apanhados de surpresa no seu próprio campo e que finalmente começam a dar sinais de conseguir recuperar o seu lugar de players de podium num mercado inteiramente dominado pelos tablets e smartphones de Cupertino.

Não tenhamos dúvidas> a era do todo poderoso iPad vai terminar quando opções tão válidas quanto inovadoras chegarem ao mercado ainda antes do final deste ano. Entre elas, a aposta de muitos fabricantes no Windows 8 (multi plataforma) e elementos diferencadores como a S-Pen da Samsung em ambiente Android 4.1, são demasiado importantes para a Apple estar descansada. E se os preços vierem por aí abaixo, então vai soar bem alto um sinal de alarme.

Por sua vez, os rumores que davam conta de um iPad mini são verdadeiros e o lançamento iminente. Estranha reviravolta numa casa cujo desaparecido patrão disse, nem há muito tempo atrás, que os tablets de 7 ou menos polegadas estavam condenados à partida. Mas depois aconteceu o Samsung Note… e os Archos… e os chineses…

E a qualidade? Porque comprar um iPod a preço inflacionado se os Walkman da Sony ou os Zen da Creative são bem melhores (e sempre foram) em todos os campos, principalmente no mais (e único) importante que é a qualidade de som? Porque comprar um iPhone 4S ou 5 quando já existem alternativas a preços mais simpáticos e com tanta ou mais qualidade? Pior, porque comprar um Macbook ou iMac se estão aí os ultrabooks windows que, com o 8, vão ser “touchablemente” inovadores e os cada vez mais apelativos AIO (All in One) de marcas como HP, Asus, Acer, Packard Bell, Sony? (afinal, o windows 8 também vai ter loja, aplicações, ambientes exclusivos, suites de trabalho como o Office 2013 inteiramente pensadas para o novo SO, muitas coisas que ainda não posso revelar por acordo de confidencialidade…)

Regressemos ao iPhone 5 e à imensa importância deste único elemento do portfolio da marca e nos ganhos anuais. Estão publicados pela net alguns estudos (principalmente depois da Apple ter sido obrigada por tribunal a tornar públicos poucos mas esclarecedores dados de vendas) que mostram que o iPhone é responsável por 60% dos números extraordinários da maçã. Aprendi enquanto publicitário que o principal erro de uma agência é confiar no “cliente 50%”. Se ele se vai, a agência colapsa. Então o que dizer de um produto que vale 60% (o iPad 10%, os restantes 30%)? Nada de muito importante, pensarão alguns… mas outros sabem que se o iPhone 5 não for um sucesso imediato e global, todo o coração Apple vai sofrer um abalo e a aura de genialidade e exclusividade perder o sentido.

Num cenário pior mas realista, se isso acontecer, e sabendo nós que o 5 está a ser preterido por muitos heavy users que mantêm o 4S, a Apple deixa de ter o avanço tecnológico de quase um ano que detinha até ao início de 2012 e, em vez de perseguida, irá perseguir.

Os 700 USD de cada acção vão levar um tombo muito agressivo (especula-se que será na casa das duas centenas) e será difícil estabilizar a casa, primeiro, e o mercado em convulsão, segundo.

Por tudo isto, a Apple pode estar a viver a sua pior época mesmo que os ganhos astronómicos e a liderança bolsista mostrem o contrário.

Por mim, gostaria apenas que o meu Macbook Pro se mantivesse sem problemas, o que parece estar a acontecer agora com o upgrade para Mountain Lion, novo disco e mais ram. Na verdade, é até a única coisa que me interessa da Apple, a continuidade desta sua gama de produtos e dos seus sistemas operativos.

Quanto ao resto, os meus amigos sabem o que utilizo no dia a dia como ferramentas de comunicação e de trabalho.

Tags: quo vadis Apple?Steve JobsUm ano após a morte do seu criador
João Gata

João Gata

Começou em vídeo e cinema, singrou em jornalismo, fez da publicidade a maior parte da vida, ainda editou discos e o primeiro dos livros e, porque o bicho fica sempre, juntou todas estas experiências num blogue.

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Toshiba e o seu upgrade para discos SSD

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