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Amadora BD 2025: guia completo das exposições

João Gata por João Gata
Outubro 12, 2025
Amadora BD 2025 – Guia completo das exposições no Parque da Liberdade, Galeria Municipal Artur Bual e Bedeteca da Amadora.

De Will Eisner a Charles M. Schulz, de Zeina Abirached a Luís Louro, o Amadora BD 2025 celebra o poder da narrativa gráfica com exposições que cruzam géneros, décadas e visões.

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Amadora BD 2025 de 23 de Outubro a 2 de Novembro de 2025

  • Ver edição Amadora BD 2024

A Amadora volta a ser o epicentro da banda desenhada europeia. Entre os dias 23 de Outubro e 2 de Novembro de 2025, o Amadora BD celebra a sua 36.ª edição com um programa vibrante, onde tradição e modernidade se cruzam em múltiplas linguagens visuais.

Cartaz Amadora BD 2025
Amadora BD 1 peças

Sob o lema da criatividade e da reflexão social, o festival expande-se por vários espaços emblemáticos da cidade com destaque para o Parque da Liberdade (antigo Ski Skate Amadora Park), a Galeria Municipal Artur Bual e a Bedeteca da Amadora / Biblioteca Fernando Piteira Santos.

Esta edição presta homenagem a ícones da 9.ª arte como Will Eisner, Charles M. Schulz e Luís Louro, enquanto acolhe nomes internacionais contemporâneos como Zeina Abirached, Bea Lema, Cy, Paco Roca, Fábio Moon e Gabriel Bá, e artistas portugueses de renome como Alice Geirinhas e Diniz Conefrey.

Um festival que é também uma viagem pela história – da Golden Age americana ao modernismo europeu – onde cada exposição propõe uma leitura diferente sobre o que a banda desenhada foi, é e ainda poderá ser.


Núcleo Central | Parque da Liberdade (Antigo Ski Skate Amadora Park)

The Spirit – 85 anos a quebrar convenções

Comissariado: Mário Freitas

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Will Eisner foi um dos grandes visionários da banda desenhada mundial. À frente do seu tempo, revolucionou a forma como os comics podiam ser contados, misturando estrutura cinematográfica, emoção e crítica social.

Em ‘The Spirit’, criado em 1940, Eisner deu vida a Denny Colt, um polícia que regressa dos mortos para combater o crime na fictícia Central City. O personagem é um anti-herói entre o mundo dos vivos e dos mortos, um observador cínico mas compassivo das ambiguidades humanas.

Misturando noir, mistério e sátira social, The Spirit desafiou as convenções de uma época ainda presa a heróis imaculados. Eisner usou o formato semanal para experimentar enquadramentos ousados, narrativas visuais dinâmicas e diálogos cheios de subtexto. Cada história era uma janela para a moral urbana e as sombras do século XX.

O resultado é um legado que transformou a BD num meio de arte adulta. A sua carreira estendeu-se por sete décadas, culminando em obras marcantes como Contrato com Deus e Avenida Dropsie, bem como em estudos teóricos fundamentais – Comics and Sequential Art e Graphic Storytelling.

Hoje, o próprio nome “Eisner” dá título aos prémios mais prestigiados da banda desenhada mundial – um tributo justo a quem ensinou o mundo a ler imagens.


65 Anos da Liga da Justiça

Comissariado: José Pedro Castello Branco

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Criada em 1960 nas páginas de Brave and the Bold #28, a Liga da Justiça marcou o início da modernidade nos super-heróis. Reunindo os maiores ícones da DC Comics, a equipa era um autêntico Olimpo dos tempos modernos: Super-Homem, Batman, Mulher-Maravilha, Flash, Lanterna Verde, Aquaman e Caçador de Marte.

Surgida na Idade da Prata da BD, a Liga foi também um exercício de marketing inteligente – unir todos os titãs num mesmo universo narrativo. Mas a sua verdadeira força residiu sempre na metáfora: a unidade entre diferenças, a colaboração entre poderes.

Ao longo das décadas, a equipa evoluiu, expandiu-se pelo multiverso e refletiu os conflitos e esperanças de cada geração. Nesta exposição, o público poderá revisitar capas icónicas, ilustrações originais e arte inédita de alguns dos maiores nomes ligados à saga.

Pela primeira vez em Portugal, marcam presença os artistas Kevin Maguire, Ivan Reis, Marco Santucci, Maria Laura Sanapo e Miguel Mendonça, que acompanham a mostra e partilham o processo criativo por detrás das suas interpretações dos heróis da DC.

A Liga da Justiça é, afinal, mais do que uma equipa – é um espelho da própria humanidade quando acredita que o bem comum ainda pode vencer.

Peanuts – 75 anos a fazer amigos e a conquistar gerações

Comissariado: Alexandra Sousa e Carlos Cunha

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Foi a 2 de Outubro de 1950 que o mundo conheceu, pela primeira vez, as tiras dos Peanuts, criadas por Charles M. Schulz, publicadas em simultâneo em sete jornais norte-americanos. O impacto foi imediato: em poucos anos, Snoopy, Charlie Brown, Lucy, Linus e toda a turma tornaram-se figuras universais.

Ao longo de cinco décadas e mais de 18.250 tiras, Schulz construiu um microcosmo onde a infância é palco de reflexão filosófica e ironia adulta. Os Peanuts ensinaram gerações sobre amizade, frustração, esperança e empatia — tudo com uma simplicidade desarmante.

Esta exposição celebra 75 anos de humor e ternura, mostrando originais, esboços e edições históricas que atravessaram o tempo e as fronteiras. Snoopy, com a sua imaginação de piloto da Primeira Guerra, e Charlie Brown, com a eterna luta contra a adversidade, tornaram-se espelhos da condição humana.

Mais do que nostalgia, esta mostra é um tributo à arte de dizer muito com pouco – e à genialidade de Schulz, cuja última tira foi publicada na véspera da sua morte, encerrando uma das mais belas narrativas da BD mundial.


40 anos de Louroverso – Traços de uma vida

Comissariado: Francisco Lyon de Castro

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Quarenta anos de carreira, mais de cinquenta obras e uma legião de leitores fiéis: Luís Louro é um dos nomes incontornáveis da BD portuguesa. Esta exposição retrospectiva mergulha nas quatro décadas do seu universo criativo – do icónico Jim del Monaco ao recente Os Filhos de Baba Yaga.

Dividida em quatro núcleos cénicos – Jim del Monaco, Corvo, Alice e Filhos de Baba Yaga -, a mostra percorre as várias fases e estéticas do autor, através de capas, pranchas originais, esboços e prints que testemunham o seu percurso multifacetado.

Há ainda um espaço dedicado à memorabília, onde os fãs podem revisitar o imaginário de Louro, do traço irónico à crítica social, sempre com humor e cor inconfundíveis.

Nascido em Lisboa em 1965, Louro estreou-se em 1985 e desde então tem sido desenhador, argumentista e colorista. Criou séries como Roques & Folque e O Corvo, e regressou nos últimos anos com novas edições e aventuras.

Distinguido com o Troféu de Honra do Amadora BD em 2024, o autor assinala agora 40 anos de carreira com o lançamento da sua obra mais ambiciosa. Uma vida em traços e uma celebração merecida.


O Corpo de Cristo, de Bea Lema

Comissariado: Amadora BD / Penguin Random House

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Na intersecção entre fé, loucura e amor filial, ‘O Corpo de Cristo’ de Bea Lema é uma das exposições mais intensas e emocionais desta edição. Inspirada na própria história familiar da autora, a narrativa segue Vera, uma filha que cresce sob o peso do misticismo e da doença mental da mãe.

Entre exorcismos, consultas psiquiátricas e silêncios prolongados, a obra reconstrói a vida de uma mulher esmagada pelas tradições de uma Espanha patriarcal e católica, enquanto revela o laço inquebrável entre mãe e filha.

Criada durante uma residência artística em Angoulême, esta primeira novela gráfica de Bea Lema destaca-se pelo seu visual arrebatador: mistura desenho, bordado artesanal e composição pictórica, num estilo que evoca tanto a arte popular chilena como a cerâmica ibérica.

Bea Lema, nascida na Corunha em 1985, combina autobiografia e mitologia social com uma linguagem visual única. A sua obra tem sido distinguida com múltiplos prémios internacionais entre 2023 e 2025, e afirma uma nova voz feminina na BD contemporânea.

‘O Corpo de Cristo’ é, nas palavras da autora, “um bordado de dor e ternura” e também uma das experiências mais sensoriais que o público poderá ver este ano no Amadora BD.

Kahlil Gibran e o Líbano por Zeina Abirached

Comissariado: Levoir

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Entre luz e sombra, entre memória e identidade, a artista libanesa Zeina Abirached traz ao Amadora BD 2025 uma exposição de rara sensibilidade. A mostra reúne três das suas obras mais marcantes – A Dança das Andorinhas: Morrer, Partir, Regressar (2016), Ovelha (2024) e a mais recente adaptação gráfica de O Profeta, de Kahlil Gibran.

Nesta adaptação, Abirached devolve vida e contemporaneidade ao texto místico e poético de Gibran, explorando temas como amor, liberdade, dor e transcendência. A sua arte, delicada e introspectiva, combina um traço minimalista com um sentido profundo de espiritualidade.

A exposição propõe ao visitante uma viagem pela trajetória da artista – da infância em Beirute durante a guerra civil às suas reflexões sobre a identidade e o regresso às origens. O Profeta, revisitado por Abirached, é mais do que uma homenagem: é uma meditação sobre o que permanece quando tudo o resto se desintegra.

Nascida em Beirute, em 1981, Abirached estudou na Academia Libanesa de Belas Artes e na École Nationale Supérieure des Arts Décoratifs, em Paris. Com obras publicadas em vários países, a autora é hoje uma das vozes mais poéticas e universais da BD contemporânea.


Radium Girls, de Cy

Comissariado: Arte de Autor

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Em New Jersey, 1918, um grupo de mulheres pintava mostradores de relógios com tinta luminescente à base de rádio, sem saber que estava a manipular uma substância mortal. Radium Girls, da autora Cy, reconstitui essa história verídica e trágica, símbolo da luta feminina pelos direitos laborais e pela verdade científica.

Através de um traço expressivo e cores melancólicas, a narrativa segue Edna, Katherine, Mollie e as restantes “Ghost Girls”, que viam o brilho nas suas peles como algo mágico. Mas a beleza escondia veneno e quando os primeiros sintomas começaram, a negação das fábricas e das autoridades foi o segundo golpe.

A exposição reúne originais, esboços e estudos de composição que revelam o poder emocional da autora em traduzir sofrimento em arte. Vencedora de prémios como o Prix BD Lecteurs.com 2021 e o Prix du Vent dans les BD 2022, Cy transforma esta tragédia real numa narrativa de resistência e justiça.

Designer gráfica e colunista no portal francês Madmoizelle.com, Cy é uma das novas vozes mais combativas da banda desenhada europeia e Radium Girls é uma das suas obras mais poderosas.


O Abismo do Esquecimento, de Paco Roca

Comissariado: Ala dos Livros

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Há memórias que o tempo tenta apagar, mas a banda desenhada tem o dom de as recuperar. O Abismo do Esquecimento, de Paco Roca, revisita um episódio doloroso da história espanhola: o fuzilamento de doze homens em Paterna, em 1940, e a luta de uma filha, Pepica Celda, para recuperar os restos mortais do pai, décadas depois.

Entre a dor e a dignidade, a narrativa acompanha também Leôncio Badía, o coveiro republicano que arriscou a vida para dar sepultura decente às vítimas do franquismo. Através de um traço realista e comovente, Paco Roca transforma a BD num instrumento de memória coletiva.

Nascido em Valência em 1969, Roca é um dos mais importantes ilustradores e guionistas da BD espanhola. Autor de obras premiadas como A Casa, O Inverno do Desenhador e Os Trilhos do Acaso, tem também visto os seus trabalhos adaptados ao cinema – Rugas valeu-lhe dois prémios Goya.

O autor estará presente na 36.ª edição do Amadora BD, acompanhando pessoalmente a sua exposição. Um encontro com a História e com o poder do desenho como testemunho do real.


A Vida a Quatro Mãos – Fábio Moon e Gabriel Bá

Comissariado: Sara Figueiredo Costa

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Dois irmãos gémeos, uma mesma paixão pelo desenho e pela narrativa: Fábio Moon e Gabriel Bá formam uma das duplas mais premiadas da BD contemporânea. Desde os anos 90, o seu nome é sinónimo de criatividade, imaginação e emoção.

A exposição “A Vida a Quatro Mãos” traça a sua carreira desde o fanzine 10 Pãezinhos até aos grandes êxitos internacionais, revelando pranchas originais, estudos e publicações traduzidas em várias línguas.

Os autores brasileiros conquistaram o mundo com obras como Daytripper, De: Tales e Dois Irmãos, sendo distinguidos com prémios Eisner, Harvey e Eagle Awards. Nesta mostra, o visitante é convidado a explorar o processo criativo partilhado entre os dois artistas, onde cada página é o resultado de uma cumplicidade quase telepática.

Fábio Moon e Gabriel Bá estarão presentes na 36.ª edição do Amadora BD, reafirmando a forte ligação entre Portugal e o universo da BD lusófona. O quotidiano, o destino e as encruzilhadas da vida – tudo se desenha melhor quando contado a quatro mãos.

Zés há muitos: BDs não faltam!

Comissariado: Inês Garcia e Tiago Cruz

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Há 150 anos nascia o Zé Povinho, a mais imortal das personagens portuguesas. Criado por Rafael Bordalo Pinheiro em 1875, o Zé surgiu nas páginas do jornal A Lanterna Mágica e transformou-se num espelho satírico da alma nacional.

A exposição “Zés há muitos: BDs não faltam!” celebra o aniversário deste símbolo da cultura popular, explorando as suas múltiplas reinterpretações ao longo de século e meio. O Zé Povinho dorme, protesta, resmunga e – quando a paciência acaba – responde com o famoso manguito.

Esta mostra reúne trabalhos de alunos, formadores e artistas ligados ao Curso de Banda Desenhada do Museu Bordalo Pinheiro, reinterpretando o personagem à luz dos temas contemporâneos: igualdade, liberdade de expressão, direitos cívicos e educação.

É um tributo à ironia portuguesa e ao humor como forma de resistência. O Zé continua a lembrar-nos que é dono da casa, mesmo quando se esquece disso.


Galeria Municipal Artur Bual

Alice Geirinhas – Sexus Sequior

Comissariado: João Silvério

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Provocadora, lúcida e intensamente política, Alice Geirinhas regressa ao Amadora BD com a exposição “Sexus Sequior”, uma exploração feminista sobre a forma como a História e a filosofia relegaram a mulher para um lugar secundário.

Inspirada no ensaio de Arthur Schopenhauer sobre o “sexo secundário”, a artista desconstrói o conceito com ironia e força plástica, através de desenhos, pinturas, ilustrações e técnicas mistas como grattage.

O percurso expositivo abrange mais de vinte anos de trabalho e confronta o espectador com a persistência das narrativas patriarcais. Entre vinhetas e composições gráficas, Geirinhas transforma o espaço expositivo num manifesto sobre corpo, poder e resistência.

Nascida em Évora, em 1964, licenciada em Escultura e doutorada em Arte Contemporânea, Alice Geirinhas é autora, ilustradora e docente. Pioneira na BD no feminino, participou em fanzines como Gasp (1992) e desenvolveu um percurso coerente e desafiante na arte portuguesa contemporânea.


Diniz Conefrey – Planta Circular

Comissariado: António Jorge Gonçalves

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As histórias de Diniz Conefrey não seguem caminhos lineares. A exposição “Planta Circular” apresenta uma abordagem sensorial e poética à banda desenhada, onde o tempo e o silêncio são também matéria narrativa.

Inspirado pelas suas experiências no México e pela edição artesanal, Conefrey constrói livros como objectos artísticos, conjugando imagem, palavra e reflexão filosófica. A exposição percorre originais do autor doados ao acervo da Câmara Municipal da Amadora e organiza-se por núcleos temáticos que revelam as suas várias fases criativas.

A sua parceria com Maria João Worm na editora Quarto de Jade é destacada, mostrando como ambos elevaram a BD a território literário e visual de rara sensibilidade.

Nascido em Lisboa em 1965, Diniz Conefrey é autodidacta, com uma carreira de mais de trinta anos dedicada à ilustração e à narrativa gráfica. Publicou obras como O Livro dos Dias (2005) e Os Labirintos da Água (2017), e também poesia, entre as quais Um fio atravessa a noite (2019) e Fístula (2024).

“Planta Circular” é, assim, uma leitura meditativa do mundo e uma proposta de pausa e contemplação num festival repleto de ritmo.


Bedeteca da Amadora | Biblioteca Municipal Fernando Piteira Santos

Amor, de Filipa Beleza

Comissariado: Amadora BD / Penguin Random House

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O amor não tem fronteiras, e na BD de Filipa Beleza ganha todas as formas possíveis. A exposição “Amor” reúne seis histórias coloridas que exploram o sentimento em todas as suas manifestações: o amor romântico, o amor familiar, o amor pelos animais e até o amor que sobrevive à perda.

Com humor, emoção e um traço vibrante, Beleza conduz o visitante num carrossel de emoções, onde o riso e a melancolia se misturam. Cada prancha revela uma faceta diferente do amor – ora doce, ora doloroso – mas sempre humano.

Nascida em Braga em 1992, Filipa Beleza estudou Design de Comunicação no Porto e Ilustração e BD em Barcelona. A artista desenha, escreve e ri-se das suas próprias crises existenciais, transformando-as em histórias com que todos nos identificamos.

O resultado é um conjunto de narrativas que equilibram empatia e humor, e que encerram o Guia das Exposições do Amadora BD 2025 com uma nota de ternura e vitalidade.


Cartaz Amadora BD 2025 1
Amadora BD 1 peças

Em suma

O Amadora BD 2025 confirma o seu estatuto como o maior festival de banda desenhada em Portugal e um dos mais respeitados da Europa. Da memória histórica à crítica feminista, da reflexão poética à celebração do herói popular, cada exposição é um convite à descoberta e à emoção.

Entre 23 de Outubro e 2 de Novembro de 2025, a Amadora volta a ser o ponto de encontro entre artistas, leitores e sonhadores que continuam a acreditar no poder das histórias desenhadas.

Tags: Alice GeirinhasAmadora BD 2025banda desenhadaBea LemaDiniz ConefreyExposições BDFestival AmadoraFilipa BelezaLiga da JustiçaLuís LouroPaco RocaPeanutsThe SpiritWill EisnerZeina Abirached
João Gata

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Começou em vídeo e cinema, singrou em jornalismo, fez da publicidade a maior parte da vida, ainda editou discos e o primeiro dos livros e, porque o bicho fica sempre, juntou todas estas experiências num blogue.

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