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Análise ao “base” Samsung Galaxy S26

redacção por redacção
Março 16, 2026
Samsung Galaxy S26 em cor azul celeste, visto de frente com o ecrã ligado e de trás com o módulo de câmara triplo

O Galaxy S26 é um excelente telemóvel. O problema é que o S25 também é e custa menos.

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O Samsung Galaxy S26 chegou ao mercado com uma certeza e uma dúvida. A certeza é que é um telemóvel de topo, construído com materiais premium, com um ecrã soberbo e desempenho de sobra para qualquer coisa que lhe peças. A dúvida é se vale mesmo a pena pagar mais por ele quando o Galaxy S25 do ano passado continua disponível, oferece praticamente a mesma experiência e custa menos? É que estamos a falar de um “base da mais alta gama” que custa mais de 1000 euros…

Design do Samsung Galaxy S26

Analise Samsung S26 y

O Galaxy S26 é muito fino, com apenas 7,2 milímetros de espessura, arestas planas em alumínio, traseira em vidro e um acabamento que transmite qualidade logo ao primeiro toque. É, quanto a mim, um modelo muito bonito e perfeito para quem gosta de soluções mais compactas.

A semiterna imagem desta já longa e versátil família, e isto já se tornou uma tradição Samsung, faz com que seja praticamente impossível de distinguir do modelo anterior à distância. As dimensões mal se alteraram, o ecrã cresceu apenas de 6,2 para 6,3 polegadas e as câmaras traseiras passaram a estar agrupadas numa ilha circular ligeiramente diferente e um pouco mais saliente.

Portanto, uma espécie de plástica aqui e ali para o tornar mais atraente de ano a ano. Contudo, há um pormenor irritante para quem usa o telemóvel pousado numa mesa: o módulo de câmara é alto e fá-lo baloiçar quando tocamos no ecrã (o famoso table whobble), o que obriga a adquirir uma capa de protecção que vai esconder toda esta elegância e torná-lo bem mais espesso.

Pontos a favor? A resistência à água e pó de IP68, o que significa que sobrevive a um mergulho até 1,5 metros durante meia hora, mais que adequado para qualquer imprevisto do quotidiano. Está disponível em preto, branco, azul celeste e violeta cobalto.

Ecrã

Analise Samsung S26 1

O painel AMOLED de 6,3 polegadas com taxa de actualização de 120 Hz (que se ajusta automaticamente entre 1 Hz e 120 Hz para poupar bateria) é, simplesmente, um dos melhores ecrãs disponíveis num telemóvel. As cores são ricas sem serem artificiais, o preto é profundo, o brilho máximo atinge os 2600 nits, o que, em linguagem simples, significa que consegue ver o ecrã sem problemas mesmo em pleno sol de Verão.

O que o S26 não tem, ao contrário do S26 Ultra, é o revestimento anti-reflexo avançado nem o modo de privacidade que impede quem está ao lado de ver o que está no ecrã (estou com o Ultra neste momento na mão e garanto que é um game changer). São exclusivos do modelo mais caro e, para a maioria das pessoas, não fazem falta. Para quem trabalha muito em transportes públicos ou em espaços abertos, poderia ser útil.

Desempenho

Analise Samsung S26 q

Aqui há um detalhe importante para o mercado europeu e português: o Galaxy S26 que chega a Portugal vem equipado com o processador Exynos 2600, o chip desenvolvido internamente pela Samsung, fabricado em 2 nanómetros, uma tecnologia de fabrico mais recente e eficiente.

Nos Estados Unidos, o mesmo telemóvel usa o Snapdragon 8 Elite Gen 5 da Qualcomm mas a boa notícia é que a diferença de desempenho entre as duas versões é mínima nos testes práticos, ao contrário do que aconteceu em anos anteriores, em que o fosso entre versões Exynos e Snapdragon era claramente perceptível. A má notícia é que a versão Exynos consome ligeiramente mais bateria em uso intensivo.

A Samsung prometeu 50% mais desempenho face ao chip anterior e na prática o S26 corre tudo sem hesitações, desde jogos exigentes, edição de vídeo a multitarefa intensa (pelo menos a que conseguimos fazer num ecrã de 6.3″) sem sequer aquecer de forma preocupante. A RAM sobe para 12 GB de base, e o armazenamento mínimo passa para 256 GB, o que já fazia falta há alguns anos.

Câmaras

Analise Samsung S26 r

O sistema de câmara triplo do Galaxy S26 é composto por um sensor principal de 50 megapíxeis, uma grande-angular de 13 megapíxeis e uma telefoto de 10 megapíxeis com zoom óptico de 3x, ou seja, são exactamente as mesmas especificações do S25.

As melhorias deste ano são todas de software: melhor processamento de cor na câmara frontal, estabilização de vídeo mais agressiva e algumas ferramentas novas de inteligência artificial.

A câmara principal é consistentemente boa: cores vivas mas equilibradas, bom controlo das situações de contraluz, resultados confiáveis em baixa luminosidade. O zoom óptico de 3x é útil para retratos e aproximações moderadas, mas começa a perder definição quando se empurra para além dos 10x. A grande-angular é o elo mais fraco do conjunto, muito aceitável em boa luz, mas com resultados claramente abaixo do esperado em condições difíceis, com alguma distorção nas extremidades da imagem.

A novidade mais interessante é o Horizontal Lock para vídeo, uma estabilização tão eficaz que mantém a imagem horizontal e estável mesmo que o telemóvel seja rodado ou sacudido durante a gravação. É uma funcionalidade genuinamente útil para quem filma em movimento, em concertos, viagens ou com crianças à mistura.

Inteligência artificial

Analise Samsung S26 ii
Analise Samsung S26 a 1
Analise Samsung S26 c 1

O Galaxy S26 é apresentado pela Samsung como um “telefone de IA”, uma designação que soa a marketing, mas que tem algum substrato real. O One UI 8.5 com Android 16 traz um conjunto alargado de funcionalidades baseadas em inteligência artificial, algumas mais úteis do que outras.

Do lado positivo: o Photo Assist concentra as ferramentas de edição de imagem num só lugar, com opções para remover objectos indesejados, ajustar iluminação ou mudar o fundo de uma fotografia através de um pedido em linguagem natural, como por exemplo ao escrevermos “coloca-me numa banheira com tubarões, piranhas e caravelas portuguesas em fundo apocalíptico”, o sistema trata do resto, adicionando automaticamente uma marca de água digital para identificar a imagem como editada por IA.

O apagador de ruído de áudio funciona surpreendentemente bem para reduzir música de fundo em vídeos. O Bixby, o eterno assistente de voz da Samsung, que existe há anos com resultados mistos para ser simpático, foi melhorado para compreender linguagem mais natural e é agora mais útil para acções simples como alterar definições ou pesquisar informação.

A integração do Perplexity, um motor de pesquisa com IA concorrente do Google, é uma adição interessante mas ainda incompleta: algumas funcionalidades anunciadas não estavam disponíveis na altura do lançamento.

O Now Nudge, que deveria sugerir acções contextuais com base no que está a acontecer no ecrã, raramente apareceu de forma útil durante a experiência. Em suma: há ferramentas de IA genuinamente práticas no S26, mas a Samsung ainda está a prometer mais do que consegue entregar de forma consistente.

Bateria e carregamento

Analise Samsung S26 w

A bateria cresceu de 4000 mAh para 4300 mAh o que não deixa de ser uma melhoria real, mas muito modesta comparando com alguns modelos que exibem valores muito superiores. Para utilizadores com consumo moderado, chega confortavelmente ao fim do dia. Para quem usa o telemóvel de forma intensiva, pode ser necessário carregar a meio do dia ou, pelo menos, à noite sem margem de segurança para o dia seguinte.

O carregamento com fio mantém-se nos 25W, uma velocidade que começa a parecer datada quando concorrentes nesta gama de preços oferecem 45W, 68W ou mesmo mais. Ou seja, e em termos práticos, o S26 demora mais de uma hora a carregar completamente a partir do zero.

O carregamento sem fios é de 15W e, confesso que estava à espera depois do brilharete do Pixel 10, não há suporte nativo para acessórios magnéticos do tipo MagSafe, sendo necessário comprar uma capa com anel magnético para usar esse tipo de acessórios.

Em suma

Analise Samsung S26 i 1

O Samsung Galaxy S26 é um excelente telemóvel com um problema de identidade: é demasiado semelhante ao que vem substituir para justificar o entusiasmo, e o preço, e a necessidade de mudança para quem já tem um S25.

O problema é que o Galaxy S25 continua disponível a preços claramente inferiores, oferecendo uma experiência 95% idêntica. Quem já tem um S25 não tem qualquer razão para actualizar mas quem vem de um S24 ou anterior encontra aqui uma actualização com valor real, sobretudo pelo chip mais eficiente e pelo ecrã mais brilhante.

Para quem pondera entrar no ecossistema Android pela primeira vez, o S26 é uma escolha sólida mas o recentíssimo Google Pixel 10a a 499 euros oferece uma experiência fotográfica e de software muito competitiva por quase metade do preço e este é um factor a ter em consideração.

De qualquer forma, tem o melhor ecrã da sua categoria, o desempenho é sólido em qualquer situação, as câmaras são consistentes e os sete anos de actualizações garantidas são louváveis.

Preço

O Galaxy S26 custa 1039 euros na versão base com 256 GB de armazenamento, 100 euros a mais do que custava o S25 no lançamento. A Samsung justifica a subida com o aumento do armazenamento mínimo e com a pressão dos custos de componentes, e não está sozinha: prevê-se que a maioria dos fabricantes suba os preços ao longo de 2026. Mas atenção aos descontos, pois há sempre qualquer coisa que ajuda.

A ANÁLISE

Galaxy S26

9 Classificação

O Samsung Galaxy S26 é um excelente telemóvel com um problema de identidade: é demasiado semelhante ao que vem substituir para justificar o entusiasmo e o preço. Mas para quem vem de um S24, é uma excelente opção.

PRÓS

  • Ecrã fantástico, peso, tamanho compacto, qualidade geral, software e boas câmaras

CONTRAS

  • Bateria básica, carregamento sem fios lento, preço elevado

Ponto por ponto

  • Construção e design 0
  • Processador 0
  • Ecrã 0
  • Sistema Operativo 0
  • Autonomia 0
  • Relação qualidade/preço 0
Tags: AnáliseandroidcâmaraflagshipGalaxy S26inteligência artificialSamsungSamsung Galaxy S26telemóveis
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