A Cape Obscura nasce de uma constatação desconfortável: o smartphone moderno sabe demasiado sobre nós, mesmo quando aparentemente não está a fazer nada. Sensores, antenas, microfones e módulos invisíveis continuam activos, recolhendo dados, padrões e contexto.
Privacidade por hardware, não por promessas
Ao contrário das apps de segurança ou definições escondidas no sistema, a Cape Obscura aposta numa solução física. A capa integra materiais que bloqueiam ou atenuam sinais, sensores de proximidade e certos canais de comunicação, reduzindo a superfície de vigilância passiva.
Não é uma solução absoluta, nem promete “anonimato total”, mas introduz algo raro no mundo digital: controlo físico real.
Para quem faz sentido
Não é um produto para o utilizador comum que só quer Instagram e WhatsApp. É pensado para jornalistas, activistas, profissionais de segurança, ou simplesmente pessoas cansadas da ideia de que o telefone está sempre a “escutar”.
Em suma, a Cape Obscura não é paranóia. É uma resposta concreta a um problema real que preferimos ignorar.










