A compra e a consequente aposta da gigante Microsoft no Skype é tal que até decidiu descontinuar e migrar os utilizadores do universal Messenger para esta plataforma de comunicação que também não é jovem.
As razões são simples e até falo da minha própria experiência enquanto utilizador: desde que o Skype surgiu, nunca mais utilizei a conta do Messenger. Aliás, através do próprio Gmail, posso ter chats audio e vídeo gratuitamente com os meus contactos, portanto, se o Skype não conhecesse um valente empurrão, poderia entrar em desuso. Afinal, há novas aplicações com um conceito similar (que passa sempre pelo mesmo, tentativa de comunicações grátis ou muito baratas), como o Viber ou o Lycamobile em versão de voz e dados, mas que certamente já fazem planos para comunicações AV.
Então como é que o Skype irá sobreviver aos seus novos adversários? A Microsoft garante um investimento qualitativo, compatibilidade entre terminais (smarts e tablets e, concerteza, laptops). E quem pagará tudo isto? A publicidade. Ou seja, os utilizadores do Skype vão ter de ver e ouvir mensagens publicitárias que garantem a qualidade do serviço e a sua maior vantagem, a chamada “borla” ou, neste caso, as “chamadas à borla”.
Visto isto, a Microsoft Advertising apresenta aos potenciais interessados e seus clientes (tradicionais ou, mais apetecíveis, os modernos e focados neste tipo de comunicação) uma alargada oferta de formatos que, garante, rentabilizam ao máximo as potencialidades do serviço Skype.
Sabemos dos quase 300 milhões de utilizadores mas será que, com os concorrentes e serviços (e opções) citados em cima, irão aceitar estas novas condições? Afinal, é o mercado a impor as suas regras…
Para mais informação sobre os pacotes, cliquem aqui> advertising.microsoft.com/international










