Um atraso de um segundo no carregamento de vídeo é motivo de stress
Ficam arreliados quando a banda larga móvel atrasa a nossa vida? Tipo um segundo, um segundinho que seja? Ai, ficam?
Bom, então podem fazer parte do grupo de pessoas (utilizadores alemães) que mostraram que fervem em pouca água quando esse tipo de atrasos acontecem na utilização de um smartphone.
Num projecto de investigação concluído esta semana, a Ericsson e a Vodafone Germany recorreram à neuro-ciência para compreender o que pensam realmente os subscritores de serviços de banda larga móvel sobre o desempenho de rede.
O equipamento de electroencefalografia foi utilizado para monitorizar a actividade cerebral de 150 clientes que se voluntariaram para fazerem parte do projecto em Dusseldorf, Alemanha.
O estudo revelou que mesmo os mais pequenos atrasos e distúrbios na utilização aumentam o nível de tensão e de stress e têm um impacto negativo na lealdade dos consumidores e na imagem da marca do operador.
Pediu-se aos utilizadores que fizeram parte do estudo que completassem 13 tarefas específicas em 10 minutos usando um smartphone ao mesmo tempo que se simulava uma degradação na qualidade do serviço.
Entre as tarefas encontravam-se acções comuns como a navegação na Net, o streaming de vídeos e o upload de selfies. Além do equipamento de electroencefalografia, foram utilizadas máquinas de monitorização de movimentos oculares e tensiómetros para avaliar as variações de atenção e o ritmo cardíaco dos participantes.






