São já conhecidos os desaguisados que tenho vivido com os taxistas do aeroporto e já por lá vi aquele fulano que surge sempre à frente pela “defesa dos interesses da classe” ou pela pele de um seu colega em “más condições físicas”. Pois aqui estou a defender os interesses da minha classe, aquela que paga um serviço e o quer de qualidade. Logicamente que nem todos os chauffeur de praça fazem parte deste grupo e felizmente existem muitos e bons profissionais. Pelo pecador paga também o justo, é uma infelicidade, mas há que travar esta má imagem que o país, principalmente Lisboa, começa a ter lá fora, agora que está na moda. Nem tudo é pastel de nata.
Amanhã, os taxistas vão entupir Lisboa. Mal sabem eles que colocam mais uma pedra no seu próprio caminho. Eis um estudo.
Estudo da Eurosondagem realizado nas cidades de Lisboa e Porto
comunicado de imprensa:
A Eurosondagem realizou um estudo para a Uber com o objectivo de avaliar a percepção dos consumidores relativamente ao papel da tecnologia na mobilidade urbana.
Os dados foram recolhidos nos dias 25, 26 e 27 de Abril de 2016 através de entrevistas telefónicas, com uma amostra de 1.025 inquiridos nos concelhos de Lisboa e do Porto. O erro máximo da amostra é de 3,06% para um grau de probabilidade de 95%.
Relativamente ao papel da tecnologia, 87% dos lisboetas e portuenses acreditam que a mobilidade em Portugal podem melhorar com o uso de tecnologia e inovação. Apenas 1% dos inquiridos discorda.
No que diz respeito à legislação em vigor, 9,8% dos lisboetas e portuenses discordam que deve ser permitido que serviços como o que a Uber oferece possam existir também em Portugal, sendo que 72,3% concordam com a operação de plataformas como a Uber em Portugal, e 17,9% não sabem ou não respondem.
Dos 26,2% dos inquiridos que já experimentaram os serviços da Uber, 94,1% classificam a sua experiência com as viagens pedidas através da Uber como “Muito Boa” ou “Boa”.
O inquérito da Eurosondagem reforça a abertura dos portugueses à inovação e à tecnologia também na mobilidade urbana.
Estudo
Podem consultar o estudo aqui.






