
Qibit alerta para escassez de talento na cibersegurança num cenário de ameaças cada vez mais sofisticadas
A transformação digital trouxe velocidade, conveniência e inovação. Mas trouxe também um custo silencioso: a exposição a ameaças cibernéticas cada vez mais sofisticadas e difíceis de detectar.
Em 2025, o tema da cibersegurança já não é apenas técnico, é estratégico. E há um problema crescente: faltam profissionais qualificados para responder à ameaça.
De acordo com o World Economic Forum, mais de 514 mil especialistas em cibersegurança foram procurados no último ano a nível global, num crescimento de 12% face a 2024. Em Portugal, a tendência repete-se: a Qibit, marca da Gi Group Holding especializada no recrutamento de perfis tecnológicos, confirma que o número de empresas à procura de talento nesta área não pára de crescer.
O perfil ideal em cibersegurança já não é apenas técnico
Se antes bastava saber “mexer no firewall”, hoje o perfil em cibersegurança é exigente e plural. As empresas procuram profissionais com formação sólida e experiência prática, mas valorizam, cada vez mais, áreas específicas como:
- Cloud security
- GRC (governance, risk & compliance)
- Engenharia de segurança
Mas a técnica não basta. A capacidade de adaptação, pensamento crítico, comunicação eficaz, resiliência e espírito colaborativo são hoje tão valorizados quanto o domínio de ferramentas e protocolos.
Qibit: recrutar não chega, é preciso reconverter, formar e motivar

Para Liliana Costa, Talent Manager da Qibit, o maior desafio é estrutural:
“A escassez de talento na cibersegurança não se resolve apenas com recrutamento. Exige investimento real na retenção, formação contínua e reconversão de profissionais de outras áreas como matemática, psicologia ou engenharias.”
A resposta passa por estratégias de upskilling e reskilling que preparem novos perfis para entrar na área, enquanto se mantém o talento existente motivado e comprometido.
E neste ponto, a proposta de valor das empresas torna-se crucial: já não basta oferecer bons salários. Os candidatos querem projetos com propósito, ambiente de crescimento e autenticidade na cultura organizacional.
Qibit aposta em equipas resilientes e especializadas
Com experiência consolidada no sector, a Qibit tem apoiado empresas de diversas dimensões a formar e consolidar equipas de cibersegurança. Com metodologias especializadas, equipa multidisciplinar e um profundo conhecimento do mercado tecnológico, a marca actua na frente mais crítica da sustentabilidade digital: as pessoas que protegem os sistemas.
Sem talento, não há segurança digital
A escassez de talento em cibersegurança é um risco real e crescente – e nenhuma firewall resolve esse vazio humano. Para responder ao desafio, as empresas precisam de olhar para a formação e retenção de talento como pilares da sua própria segurança.
Mais do que nunca, proteger os dados começa por proteger quem os sabe proteger.




