A AGON by AOC voltou a confirmar aquilo que já se vinha a desenhar há alguns anos com uma consistência difícil de ignorar, reforçando a sua posição como a marca número um de monitores gaming na Europa no segmento dos 144 Hz ou superior, um território onde a exigência dos utilizadores não perdoa e onde qualquer deslize se traduz rapidamente em perda de relevância.
AGON by AOC domina o jogo
Os dados mais recentes da Context, que analisam o desempenho ao longo de todo o ano de 2025, mostram não apenas uma liderança mantida, mas também um crescimento da quota de mercado que consolida a posição da marca num segmento cada vez mais competitivo, onde já não basta ser bom – é preciso ser constantemente melhor.
Portugal acompanha a tendência, e até acelera
Se olharmos para o mercado português, o cenário torna-se ainda mais interessante, porque a AGON by AOC não só mantém a liderança como regista um crescimento de 10,1% na quota de mercado, um número que diz muito sobre a forma como os consumidores nacionais estão a valorizar desempenho, fluidez e qualidade de imagem num contexto onde o gaming deixou de ser nicho para passar a ser cultura dominante.
Este crescimento não acontece por acaso, nem por inércia, mas sim como resultado de uma estratégia que tenta cobrir diferentes perfis de utilizador, desde quem joga casualmente ao final do dia até quem vive em ambientes competitivos onde cada milissegundo pode fazer a diferença entre ganhar ou perder.
OLED deixa de ser luxo e começa a ser norma
Um dos motores mais evidentes deste crescimento é a adopção cada vez mais acelerada da tecnologia OLED, que em 2025 deixou de ser apenas um argumento premium para começar a entrar no radar de um público mais vasto, atraído por níveis de contraste superiores, cores mais precisas e tempos de resposta praticamente instantâneos.
A AGON by AOC soube posicionar-se bem neste movimento, com uma oferta crescente de modelos QD-OLED tanto na gama AGON PRO como em linhas mais acessíveis, acompanhando a transição de uma tecnologia que, até há pouco tempo, era vista como aspiracional e que agora começa a tornar-se expectável.
Mais do que números, há uma mudança de padrão
O mercado de monitores gaming está também a viver uma mudança estrutural ao nível das taxas de atualização, com os 144 Hz a deixarem de ser o padrão aspiracional para passarem a ser o mínimo aceitável para muitos utilizadores, enquanto os 240 Hz e superiores começam a assumir-se como a nova referência.
A AGON by AOC teve um papel relevante nesta transição, ao apostar fortemente em modelos com taxas de atualização elevadas em diferentes gamas, permitindo que esta evolução não fique limitada a produtos de topo, mas se espalhe por um público mais alargado.
E quando se fala de números como 610 Hz em modelos mais avançados, percebemos que a corrida não é apenas por fluidez, mas por antecipação – antecipar movimentos, reacções e, no limite, decisões dentro do jogo.
Do gaming para o resto do mundo
Curiosamente, aquilo que começa no gaming acaba quase sempre por contaminar o resto do mercado, e os monitores não são excepção, com tecnologias desenvolvidas para jogadores a migrarem progressivamente para ambientes profissionais e até para utilização quotidiana.
Hoje já vemos monitores de escritório com taxas de atualização de 100 a 120 Hz, algo impensável há poucos anos, e que resulta directamente da investigação e desenvolvimento impulsionados pelo segmento gaming, mostrando como este deixou de ser um nicho para se tornar um verdadeiro laboratório de inovação.
Uma estratégia que não abranda em 2026
Olhando para o futuro, a AGON by AOC não parece disposta a abrandar, com planos claros para expandir ainda mais o portefólio de monitores de alta taxa de atualização e continuar a apostar na democratização de tecnologias que antes estavam reservadas a poucos.
A combinação entre volume de vendas crescente, investimento em OLED e foco em desempenho sugere que a marca pretende não apenas manter a liderança, mas definir o ritmo do mercado, algo que, olhando para os números actuais, não parece propriamente irrealista.





