Parece-me que é desta que vou mesmo presentear-me com um leitor e-reader, compra que tenho vindo a adiar porque, por esta ou aqueloutra razão, nenhum me convenceu a 100% até hoje. A Amazon tem nos seus Kindles grande parte do sucesso, fama e proveito da sua aventura mercantilista e globalizante (à excepção de alguns países como…. Portugal) e promete que a sétima geração desta sua sub-brand é a mais avançada, mais fina e leve, com melhor ecrã e um interface de facilitada utilização de todos os seus equipamentos.
O Kindle Voyage estará disponível em duas versões: Wi-Fi (180 g) e Wi-Fi + 3G (188 g), ambos com 4GB de armazenamento interno (dá para muito livro) e mais espaço de borla na nuvem da própria Amazon. O carregamento é feito através de USB demorando cerca de três horas para ficar completo, o que garante, atenção, seis semanas de utilização (sim, por carga).
A capa traseira é feita em magnésio, o vidro frontal aguenta tudo e mais alguma coisa e chega a ser texturado para tentar uma semelhança de utilização semelhante ao papel.
Uma função interessante parece ser a Pagepress que, tal como a designação indica, muda a página através de uma ligeira pressão de um dedo emitindo uma ligeira vibração para confirmar a operação. Jeff Bezos teve uma tirada interessante ao apresentar o Kindle Voyage “temos como missão tornar invisível o aparelho de leitura para permitir ao leitor que atente apenas no mundo do autor que está a ler”.
Lá nos países civilizados onde a Amazon vende os seus equipamentos, precisamos de 200 dólares para comprar a versão Wi-Fi, e mais 70 se optarmos pelo 3G. Outubro.
Fonte: Amazon






