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Análise projector Samsung The Freestyle

João Gata por João Gata
Agosto 28, 2022
Análise Samsung The Freestyle
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Não sei como começar a escrever sobre o projector Samsung The Freestyle. É capaz de ser o gadget mais cool do ano, mas é demasiado caro. É um projector que nos enche o tecto do quarto, mas é realmente dispendioso. É supersónico na focagem e trapézio automáticos, mas custa os olhos da cara. No entanto estou aqui a pensar em ir à loja. Afinal, qual é o segredo do The Freestyle?

Análise Samsung The Freestyle

O segredo do Samsung The Freestyle

Na verdade, o segredo está bem desvendado na própria designação: the Freestyle, ou seja, algo que possibilita liberdade, dinâmica, utilização, movimento, portabilidade. E tudo isto com excelente qualidade de imagem, para a resolução a que está limitado, e um som… bom, já lá vou.

Um projector será sempre um projector, certo?

O The Freestyle é, lógica e concretamente, um projector, mas oferece algo que os outros não conseguem: o factor cool, a inteligência do design, a função aliada à forma e alguns truques que nos fazem sorrir.

Podemos, nas definições, escolher que ele faça tudo de forma automatizada (keystone, focagem, etc.) e a partir daí, é facílimo de ligar e usar, mesmo para quem nunca utilizou um projector. E isto é dizer muito acerca de um produto deste segmento.

Análise Samsung The Freestyle
As duas conexões físicas

Tem tudo o que as Smart TVs oferecem (o sistema operativo é TIzen OS) com aplicações, ligações directas para alguns serviços de streaming, canais próprios da marca, todo um menu que nos facilita a ligação de colunas wireless ou outras, uma porta micro HDMI (podia ser de tamanho normal para evitar ir à loja comprar o cabo que não vem no pacote), um serviço chromecast para “lançarmos” o que temos no smarthpone, etc.

É realmente prático, útil e muito fácil de usar.

Para vocês perceberem a dinâmica da coisa, usei-o sempre (bom, 90% do tempo) virado para o tecto. Podem perguntar, “mas não magoa o pescoço?” ao que respondo “se a almofada for boa, não”.

Análise Samsung The Freestyle
No chão apontado para o tecto

Ao colocá-lo no chão, e virado num ângulo “meio esquisito” de 75 graus para iluminar o tecto por cima da cama e não o tecto por cima dele, depressa chegamos à conclusão que este projector tem características técnicas extraordinárias.

Uma delas é o formato ser automaticamente centrado mesmo com um trapézio do “tamanho do tecto”. Apreciem bem a imagem abaixo para entender esta situação. Conseguem ver a sombra da janela que realmente é projectada, mas a imagem que depois obtemos está perfeitamente recortada dentro dela? Pois. E isto de forma automática, após escolhermos nas definições se queremos a projecção do topo para baixo ou vice-versa.

Análise Samsung The Freestyle
Análise Samsung The Freestyle
O trapézio é bem visível

A versatilidade

Se me ocupei a ver séries e noticiários (a Samsung oferece uma resma de canais próprios na sua app Samsung TV Plus) a olhar para o tecto, percebam que se pode colocar o The Freestyle em qualquer lado.

O stand onde está acoplado roda 180 graus e é ele que possibilita fazer a diferença para 99% dos outros projectores à venda no mercado.

Análise Samsung The Freestyle
Os 180 graus do stand

Por exemplo, aparafusar este stand no tecto permite apontar a lente quer para a parede, como um ecrã normal, como para a mesa que está por baixo (pode ser de jantar, a nossa secretária, a bancada da cozinha, escolham).

Outro exemplo? Levá-lo para o jardim, esplanada, piscina e aproveitar uma qualquer parede branca, bastando pousá-lo no chão ou numa mesa, banco, o que quiserem.

Logicamente que nem tudo é perfeito e o The Freestye não tem bateria, por isso, teremos sempre de alimentá-lo com electricidade, um gerador ou um powerbank com os requisitos necessários.

Análise Samsung The Freestyle
Comando, voz ou painel táctil: três formas de comando

Comandos

Existem três formas de usar o The Freestyle: através do comando incluso, pequeno e prático, que tem um alcance extraordinário, pois dei por mim várias vezes a apontar para o tecto quando o projector estava no chão e atrás da cama.

Podemos ainda usar comandos de voz, sendo necessário ligar o microfone (o pequeno botão físico ao lado das entradas USB-C e Micro HDMI) pois o interface tem Bixby, Google Assistant e Alexa, ou, por último, usar os comandos tácteis no painel frontal que, confesso, não são práticos.

Análise Samsung The Freestyle
Som 360 graus

A coluna incorporada

Outro ponto que me fascinou foi o som que este cilindro emite. Através de uma coluna cuja grelha dá a volta ao The Freestyle, somos brindados com som 360 graus que, confesso, consegue encher um quarto pequeno.

Regresso à experiência de visualização no tecto: com o projector colocado no chão, tapado pela cama, a apontar para o tecto, parecia que o som vinha de cima, acompanhando a imagem, o que a todos os níveis é impressionante. Repito, impressionante!

Nunca me vi obrigado a emparelhar uma coluna wireless para ouvir o conteúdo, muito pelo contrário, de noite tive de baixar o nível para não acordar os vizinhos.

Análise Samsung The Freestyle
Ventilação

Outra grande vantagem é que a ventoinha que arrefece todo o sistema é muito silenciosa, desde que estejamos a usar o projector de forma normal. Quando puxamos por ele, a dita também se faz ouvir.

Análise Samsung The Freestyle
A tampa é transparente e fosca por alguma razão

Modo Ambiente

Como é que uma simples tampa tem direito a um parágrafo? Porque, se repararem, esta tampa é fosca mas transparente. E tem dupla função: a primeira é para tapar a lente a fim de protegê-la, mas a segunda é tão cool que merece destaque, o Ambient Mode: servindo de difusor, serve como uma luz de presença e também cria ambientes na sala (ou tecto, mais uma vez) com cores ou texturas, o que aliado a um ruído de fundo (White noise ou outro), consegue criar um ambiente muito relaxante que nos ajuda a repousar ou meditar.

Fabuloso, hein? Até tem mensagens tipo “Feliz aniversário” ou perfis de cidades em néon.

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Janelas para o mundo

Por falar em ambientes, e através da suíte Samsung, temos acesso a muitos quadros animados como janelas abertas para o mundo, como se estivéssemos numa casa de campo, montanha, ao lado de um lago, etc. Ou, porque não, numa cápsula espacial a olhar o universo? Tudo isto e mais as clássicas lareiras, estão num menu à nossa disposição.

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A qualidade de projecção

O The Freestyle é FHD e projecta uma imagem de 30” até 100” com muito brilho e, em ambiente escuro, com boa nitidez e definição de pormenores. Se é perfeito? Bom, poderia ser 4K e aguentar a luz do dia, mas com este tamanho, não chega lá.

Mas comparativamente com outros projectores até 1080p, aguenta-se muito bem, mesmo que vá perdendo definição de linhas à medida que ocupa mais espaço na parede.

Análise Samsung The Freestyle
O tecto deixa de ser um espaço “morto”

Concluindo

O tipo de fonte de luz é LED DLP com 550 Lúmens e um ruído de utilização de 30dB.

Tem HDR10, HLG /Hybrid Log Gama, Pur Color, intensificador de contraste, vários modos de imagem, som adaptativo Dolby Digital Plus com coluna 360 graus de 5W, ligação Bluetooth e Multiroom.

Este Samsung The Freestyle cai no goto de toda a gente. Dei por mim a mostrá-lo às visitas e todas ficaram rendidas com o form factor, a qualidade, as possibilidades e rendidas ao Ambient Mode.

Como também serve, e muito bem, de coluna áudio, estamos perante um Smart Device digno desse título, muito leve (pesa 800 g), extraordinariamente prático e útil.

Até o “unboxing” é toda uma experiência.

Há dois factores negativos e um está ligado ao outro: o preço é alto, demasiado alto, tendo em conta que este projector só tem resolução 1920 x 1080 FHD.

Mas até consigo perdoar este factor por tudo o que este projector me ofereceu numa quinzena de experimentação. E, confesso, fiquei rendido.

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Preço

Entre 800 a 1000 euros, vale a pena pesquisar. E este valor pode descer brevemente.

selo Xá das 5
Tags: Análise Samsung The FreestyleSamsung The Freestyle
João Gata

João Gata

Começou em vídeo e cinema, singrou em jornalismo, fez da publicidade a maior parte da vida, ainda editou discos e o primeiro dos livros e, porque o bicho fica sempre, juntou todas estas experiências num blogue.

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