Controlo parental: Ser o “polícia mau” não ajuda a proteger as crianças das ameaças online. Existem outros passos que os pais podem adoptar para minimizar os riscos.
Comunicado de imprensa: O que sabemos sobre Controlo Parental na internet?
A dependência das actividades que podem realizar na Internet, por parte desta geração mais nova, está a fazer com que cerca de 40% dos pais se preocupe com o vício da Internet.
Este receio é apoiado pelo mais recente relatório elaborado pela e pelo B2B International que revelou que, de acordo com os pais, um em cada dez (10%) jovens com menos de 18 anos é viciado na Internet.
Além do receio de que as crianças acedam a conteúdos inapropriados ou explícitos (40%) e falem com estranhos (43%), os pais estão agora preocupados com a possibilidade de as crianças não se conseguirem distanciar do mundo online.
Uma vez que 41% dos pais acredita que as ameaças online a que os seus filhos estão expostos estão a aumentar, o tempo que passam online é um componente essencial na segurança das crianças.
Estas preocupações levaram a que 26% dos pais aplicasse restrições sobre o tempo que os seus filhos passam na Internet.
“Os pais querem manter os seus filhos seguros, mas não basta restringir-lhes o acesso aos conteúdos online. A educação e a comunicação têm um papel importantíssimo para garantir que as crianças utilizam a Internet de forma responsável e segura,” afirma Dmitry Aleshin, VP de Marketing de Produto na Kaspersky Lab.
“Mas também é necessário recorrer a software que aumente as defesas dos dispositivos. Limitar o tempo online é uma parte importante do processo mas não vai funcionar por si só. A tecnologia pode ajudar a reduzir os riscos, permitindo às crianças explorar em segurança todos os aspectos positivos da internet e desenvolver os seus conhecimentos digitais sem se preocuparem com ciberameaças.”
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