
Sejam sinceros: quem não gosta de relógios? Não do que eles obrigam e à noção da passagem ininterrupta do tempo, mas da sua forma, máquina, peças, conjugação, design e pulseira (ou cordão para o bolso).
Um relógio pode ser de plástico ou de ouro que tem sempre a sua utilidade com mais ou menos mecanismos ou mais ou menos aplicações digitais.
Se por um lado a simples tarefa de ver as horas deixou o pulso de muita gente para passar a ser disponibilizada pelos ecrãs da nossa vida, o que até convida a que se o deixe na gaveta, na verdade continuamos a gostar deles e a desejar este ou aquele modelo. E, para os fãs de tecnologia, toda uma nova fase vai agora estourar, com os Androids e outros na forma de relógio de pulso.
Mas e se levarmos a originalidade ao extremo da funcionalidade?
Foi o que fez o designer Gusztav Szikszai em 2011 e a que chamou “The Ring Clock“.
Tal como o nome indica, é um relógio em forma de anel com três secções (horas, minutos e segundos) dividida por dois aneis que se podem mover.
A verdade é que o designer esperava que só fosse possível fabricar o Ring Clock na próxima década, mas a tecnologia mais recente, principalmente da bateria, fez com que o milagre acontecesse… hoje.
Vale a pena ver o vídeo.








