“- Olha, querido, imprime-me aí um bólide para esta noite. Mas vermelho, pois vou de encarnado.”
Sim, o futuro passa por este tipo de pedidos e o nosso másculo valor vai ser medido pelo tamanho da impressora 3D que tivermos em casa ou na garagem.
E não se deixem enganar. Não estamos a falar de anéis ou colares, mas sim de… carros!
A empresa Divergent Microfactories, fundada por Kevin Czinger, tem no seu portfolio a Coda Automotive. A ideia era bonita: passar a mensagem que os carros tradicionais poluem o planeta e mais vale comprar um amigo do ambiente o mais depressa possível. A coisa falhou. Mas, ao contrário de Portugal, no mundo civilizado uma derrota é sempre um degrau para a vitória e Czinger voltou-se para outra solução: carros impressos! Sim, numa impressora 3D. E não há veículo mais “verde” que este em termos de produção. O esqueleto de alumínio é conseguido através de um processo que transforma pó de alumínio numa estrutura sólida que é segurada por tubos em fibra de carbono. Consegue-se assim o tão almejado chassis tubular que pesa cerca de 90% menos que os de um super carro, para além de ser conseguido com menos energia, menos material e, logicamente, menos poluição. Czinger diz mesmo que toda a estrutura pode ser arrumada numa mochila e transportada por uma única pessoa.












