Tive um iMac de 21 polegadas até meados do ano passado. Adorei-o, nunca me falhou, estava sempre ligado, fez tudo o que lhe pedi e, sem um queixume, foi vendido antes de desvalorizar muito com o modelo que se seguiu e que trazia uma entrada para cartões SD… A razão da venda foi simples: como ia para fora e o Macbook black estava já “lentito”, juntei o resultado monetário da venda dos dois e fui todo contente comprar um Macbook Pro de 13,3″ (que desde ontem passou a ser antigo).
Mas uma coisa era estar a lembrar o iMac e outra coisa é olhar para as fotos e imagens desde novo modelo. É deslumbrante! Confesso, está a dar-me novamente aquela urgência de ter um iMac…
Está disponível nos já habituais dois modelos, um com 21,5 e outro com 27 polegadas. A resolução é de 1920×1980 e 2560 x 2440, respectivamente. Mas é a espessura que deslumbra e, para consegui-lo, a Apple eliminou o espaço entre o vidro e a tela LCD. Conseguiu assim também mais qualidade e menos reflexo (75%, WOW).
A câmara Facetime HD é a mesma que equipa os restantes modelos da marca, os processadores Intel Quad-core são i5 ou i7, com até 3TB de HD e/ou 768GB de Flash e um máximo de 32GB de RAM.
Como já está na moda nos ultrabook, a junção entre um disco SSD (ultra rápido) com um paralelo HD para, digamos, as coisas normais, têm aqui funções automatizadas que gerem o acesso às aplicações, dando prioridade às tarefas de cada um, tornando-as, efectivamente, mais rápidas. Boa malha, Apple!
Mas há um problema… tal como no Macbook Pro, a drive óptica foi-se… adeus CDs, DVDs e BRs. E acho que é cedo demais para um desktop tomar esta decisão.












