A Victor Company of Japan foi uma das minhas marcas favoritas nos anos 80, ombreando qualitativamente com as poderosas Sony e Panasonic no que respeitava ao último grito em televisores, gravadores VHS e câmaras de vídeo com cassete embutida (VHS-C em resposta ao 8mm. mais tarde as versões melhoradas S-VHS-C vs Hi8, já com a Canon a fazer excelentes produtos), e até tinha alguma fatia de mercado em Portugal, pois era bem representada oficialmente e cujo escritório ficava no largo de Santa Clara.
Victor Company of Japan pode não vos dizer nada, mas se escrever somente as iniciais e por ordem inversa fica… JVC. E agora já muitos reconhecem, não é?
Pois bem, a JVC continua a ser uma marca extraordinária, mas não tem expressão lusitana o que é, realmente, uma pena. Sinais dos tempos… De qualquer forma, continua a ser um player muito importante lá por fora, principalmente no Japão e Estados Unidos.
Uma das grandes novidades desta CES 2013 foi a sua Camcorder Procision GC-PX100, uma câmara de vídeo extraordinária capaz de gravar a 1,920 x 1080p a 36Mps, um bit-rate tão alto que a marca garante ser perfeito para trabalhos que envolvam câmara lenta e efeitos especiais.
A lente é uma fabulosa F/1.2 com um sensor CMOS (1 2/3 a 12,8 megapixels) com estabilizador de imagem óptico. A JVC garante que consegue gravar 600 fps (frames per second/imagens por segundo) e fotografa a 9fps, mas não ao mesmo tempo.
Como os tempos modernos “exigem”, já podemos enviar automaticamente e por Wifi todas as filmagens para o tablet ou smartphone ou computador lá de casa. Estará à venda em Março em mercados mais saudáveis que o nosso por apenas 1.100 dólares.






