
A DreamWorks Animation reforça o seu compromisso com a Lenovo, apostando numa parceria que não é apenas tecnológica: é estratégica, visionária e, acima de tudo, eficaz.
Com um portefólio robusto de workstations, HPC, servidores e serviços geridos, a Lenovo deixou de ser apenas fornecedora de hardware para se tornar no motor silencioso mas essencial por trás das produções da DreamWorks.
Sim, há muitos heróis animados no grande ecrã. Mas nos bastidores, o verdadeiro superpoder tem nome: Neptune™, TruScale™ e ThinkStation™.
DreamWorks: tecnologia com alma de estúdio
A DreamWorks não se mete em aventuras técnicas por acaso. Ao escolher a Lenovo como fornecedora preferencial, o estúdio norte-americano não só alinha o seu pipeline criativo com uma infraestrutura escalável, como garante que os seus artistas trabalham com máquinas que compreendem a sensibilidade e o ritmo frenético da indústria da animação.
E os números confirmam:
- +25% de performance com as novas workstations ThinkStation™ P620
- +20% de rendimento nos tempos de renderização graças ao arrefecimento líquido Neptune™
- 300 milhões de horas de computação usadas apenas para o filme The Wild Robot
Este não é um upgrade técnico — é uma reinvenção operacional com impacto visível no ecrã.
TruScale e o novo luxo: escalar sem fricção
A grande mais-valia da Lenovo está na forma como permite que um estúdio como a DreamWorks se foque na criatividade, e não na gestão de infraestrutura. Através do serviço TruScale™ Infrastructure as a Service, o estúdio adapta os recursos à exigência dos projectos sem estar refém de ciclos de investimento pesados. Como? Com servidores ThinkSystem™ e ThinkAgile™, aliados a um suporte 24/7 que não falha — mesmo quando os deadlines estão ao rubro.
Ah, e como bónus, a Lenovo ainda ajuda a DreamWorks a cumprir as suas metas de sustentabilidade, substituindo sistemas desactualizados por opções energeticamente mais eficientes.
Lenovo: quando o som do cooler é mais suave que o tempo de entrega
Num ambiente onde o tempo é mesmo dinheiro (e tempo de render é o verdadeiro inimigo oculto), a Lenovo provou ser mais do que rápida: instalou uma solução HPC em apenas 1,5 dias, quando estava previsto demorar uma semana inteira. Isso é mais do que eficiência — é compromisso com o resultado.
E não falamos de qualquer render. Estamos a falar de blockbusters como The Bad Guys 2, Forgotten Island e, preparem-se, o muito antecipado Shrek 5, que chega em dezembro de 2026. Ou seja, estamos a falar de produções onde cada sombra, cada partícula e cada frame contam. E onde o hardware é tão artista como o guionista ou o animador.
IA? Ainda não no ecrã — mas já no backstage
Apesar de a DreamWorks não utilizar Inteligência Artificial para gerar imagens (um ponto ético que vale a pena sublinhar), o estúdio está a explorar com a Lenovo formas de integrar IA para otimizar pipelines, prever gargalos e libertar os criativos de tarefas repetitivas. É aqui que o conceito de Hybrid AI Advantage da Lenovo entra — uma ponte entre cloud, edge e soluções locais para acelerar decisões sem perder controlo.
É esta simbiose entre arte e engenharia que pode vir a transformar a produção cinematográfica moderna: IA a servir o humano, e não a substituí-lo.
Conclusão: criatividade com músculo
Esta aliança entre DreamWorks e Lenovo é um caso de estudo bem vivo sobre como a tecnologia, quando bem aplicada, não limita — liberta. Liberta os artistas para criar sem esperar. Liberta os engenheiros para iterar sem medo. E liberta os projectos de barreiras técnicas que dantes pareciam intransponíveis.
No fundo, o que a Lenovo está a vender não são máquinas. É tempo. É liberdade. É potência criativa à escala da imaginação.
E isso, caros Xázados, vale mais do que muitos teraflops.




