Xá das  5
  • NOTÍCIAS
  • AUDIO
  • RODAS
  • VÍDEO + FOTO
  • ANÁLISES
  • OPINIÃO
  • MOBILE
  • IDEIAS
Sem resultados
Ver todos os resultados
Xá das  5
  • NOTÍCIAS
  • AUDIO
  • RODAS
  • VÍDEO + FOTO
  • ANÁLISES
  • OPINIÃO
  • MOBILE
  • IDEIAS
Sem resultados
Ver todos os resultados
Xá das  5
Sem resultados
Ver todos os resultados

Motorola E 4G – ensaio

João Gata por João Gata
Abril 13, 2015
Share on FacebookShare on Twitter

Motorola-Moto-E-2015

Foi lançado um novo Motorola E que promete agitar as águas da entrada (quase média) de gama. Tem características sonantes, mas podia estar melhor equipado em áreas sensíveis para o target a que se destina.

Como estamos cada vez mais conectados e dependentes de uma existência digital/virtual, a excelente notícia que acompanha esta nova geração do Motorola E é a inclusão da velocidade 4G/LTE, algo raro nesta gama de equipamentos e que, só por si, capta a atenção de quem (se) liga mais à internet. Se a isto juntarmos o Lollipop 5.0.2, um ecrã decente, uma bateria que dura mais que a maioria e uma construção que parece sólida, temos um possível best seller na mão.

A Motorola optou por um ecrã de 4,5″ qHD Corning Gorilla Glass 3 com 960×540 pixels e 245 PPI. É suave nas transições, tem qualidade quanto baste para se ler textos, embora (e confesso aqui o meu drama) seja um pouco desconfortável de utilizar para quem vem de ecrãs 5,1 a 6″. O toque poderia ser mais directo, por vezes o ecrã obrigou-me a pressioná-lo com mais força para abrir a aplicação. O coração é um processador quad-core Qualcomm Snapdragon 410 a 1.2 GHz, Adreno 306 com 400 MHz GPU. É até ligeiramente melhor que o que encontramos no modelo acima, o Moto G (II), o que é um dado mais “vistoso” que prático.

O Moto E vem equipado com 1GB de Ram e 8GB de memória que pode ser aumentada através de cartão com até 32GB, suficiente para a maior parte das exigências. Tudo corre bem e depressa, mas não podemos exigir milagres a um base de gama e este smartphone não é indicado para jogos que puxem valentemente pelo sistema, ocasionando algumas pausas no, por exemplo, “Real Racing 3”, geralmente o jogo que utilizo para forçar ao máximo os aparelhos, mas já é perfeito para jogos como o mágico “Badland”. E atenção, este pequenito Moto E, mesmo que não apresentando duas colunas frontais (como os modelos G e X), tem um som muito bom, com a coluna colocada no espaço do auricular. Jogos, como o citado Badland, dependem muito da banda sonora e esta ouve-se em volume e pormenor. Nota máxima, neste campo.

Moto_E_2nd_Gen_2

O Moto E foi buscar algumas características ao desejado Moto X: notificações no ecrã da entrada Moto Display (personalizáveis) e movimentos de pulso (Motorola Quick Capture) para abrir a câmara principal e, depois, rodá-la para a câmara frontal. Tudo muito útil, principalmente para a malta mais nova que usa e abusa das fotografias e das #selfies. Mas um dos pontos menos bons deste Moto E encontra-se precisamente na qualidade das câmaras: 5MP (f /2.2) na principal e uma insuficiente VGA à frente, ficam aquém do que se pretende, mesmo nesta gama de preço. E a ausência de flash ainda limita mais o resultado.

Mas há que espreitar os comandos fotográficos: depois de agitar o pulso, abrimos automaticamente a câmara, mas temos de ser pacientes… a acção demora uns três a cinco segundos. Se optarmos pelos comandos manuais, podemos seleccionar o HDR assim como o ponto de focagem e exposição. Para ajudar à festa, que tal tirar uma foto panorâmica e marcá-la com coordenadas GPS? Sim, é possível.

Quanto ao corpo, o Moto E não é propriamente o mais elegante dos smartphones, sendo até um pouco “rechonchudo”. Mas esta caixa adapta-se tremendamente bem à mão, sendo muito confortável de usar. O facto de ter um ecrã 4,5″ ajuda à operação com o polegar, o que é um factor primordial para muitos utilizadores que preferem este form factor desde o primeiro iPhone.

A bateria de 2390 mAh promete todo um dia de utilização “mista”, o que até é verdade. Numa utilização normal, consegui aguentá-lo quase dois dias (e uma noite).

Motorola-Moto-E-2nd-Gen-Bands

Disponível em preto ou branco, a Motorola pensou numa solução muito prática para dar mais vida ao E e, paralelamente, encontrar a fórmula para esconder as entradas dos cartões SIM e MicroSD. Trata-se das Motorola Bands, um aro colorido que podemos mudar e que tranforma imediatamente um monolito preto (ou branco) com um ar bem jovem e dinâmico. Para quem gosta de super protecção, as Grip Shells são outra proposta. Pessoalmente, fiquei fã do conceito das Bands e até comentei com Juan Carlos de La Vela, DG da Motorola Ibérica, que deveriam estar no pacote de venda.

Motorola-Moto-E-2nd-Gen-Grip-Cover

 

 PVP: 149,99€ (versão livre)

 

Tags: Motorola E 4GMotorola E 4G - ensaio
João Gata

João Gata

Começou em vídeo e cinema, singrou em jornalismo, fez da publicidade a maior parte da vida, ainda editou discos e o primeiro dos livros e, porque o bicho fica sempre, juntou todas estas experiências num blogue.

Próximo artigo

Novas Sony Cyber-shot DSC-HX90 e DSC-WX500

Recomendados.

Análise Bose QuietComfort Earbuds

Análise Bose QuietComfort Earbuds

Dezembro 16, 2024
Playstation Store com muitas novidades

Playstation Store com muitas novidades

Setembro 1, 2014

10º FESTIVAL MENTAL

MENTAL 2026

Parceiros

TecheNet
Logo-Xá-120

Gadgets, tecnologia, ensaios, opinião, ideias e futuros desvendados

  • Estatuto editorial
  • Política de privacidade , termos e condições
  • Publicidade
  • Ficha Técnica
  • Contacto

© 2026 Xá das 5 - Director: João Gata

Sem resultados
Ver todos os resultados
  • NOTÍCIAS
  • AUDIO
  • RODAS
  • VÍDEO + FOTO
  • ANÁLISES
  • OPINIÃO
  • MOBILE
  • IDEIAS

© 2026 Xá das 5 - Director: João Gata