Ao contrário do que muita gente pensa, sou fã dos Mac. Tenho um Macbook Pro com dois anos, o último modelo com leitor/gravador de CD/DVD, e continuo-lhe muito fiel, embora também use Windows no dia a dia. Antes deste, o Macbook Black serviu-me cinco anos sem um queixume e o iMac esteve na secretária até ser vendido. Como costumo dizer a brincar (a sério), Mac é Mac, Apple é outra coisa totalmente diferente. Algumas pessoas não entendem, outras (geralmente os conhecedores) sorriem e anuem.
Toda esta entrada para falar da nova geração MacBook Pro que acabou de ser anunciada.
A grande novidade é a utilização, finalmente, dos últimos processadores da Intel, os Haswell (que já equipam toneladas de PCs topo de gama) tanto para as versões de 13″ (i5) como de 15″ (i7) que garantem imediatamente menor consumo e mais longevidade na duração da bateria ( nove horas para o 13″, oito para o 15″) nos mais recentes e finos Pros com Retina Display.
Este extraordinário ecrã oferece a super resolução de 2560 x 1600 (13″) e 2880 x 1800 (15″) e as características de topo acompanham-no, com discos SSD mais rápidos, para além da nova norma Wifi 802.11ac. Tem ainda duas portas Thunderbolt e output vídeo através de HDMI.
O 15″ pode receber uma gráfica Nvidia GeForce 750M graphics em vez da onboard Iris.
O mais barato dos 13″ tem 4Gb de Ram e SSD com 128GBs, enquanto a versão 15″ duplica esses valores.
Os preços descem, em média, 200 dólares, o que é uma agradável surpresa, portanto, os amigos americanos vão gastar $1299 pelo 13″ base e $1999 pelo 15″;





