À primeira vista parece uma fotografia do Hubble.
Mas se olharmos bem conseguimos perceber que é uma retina humana, recortada e espalmada.
Este é um dos processos utilizados pelos pesquisadores da Universidade da Califórnia, em San Diego, para testar terapias genéticas para o glaucoma degenerativo da doença ocular.
Os pontos amarelos brilhantes são células ganglionares que receberam um vírus inofensivo, para que possam ser usadas como portadoras para depositar genes normais nas restantes células, substituindo os defeituosos, os que sabemos causadores da doença.
Este processo foi um sucesso ao se perceber que a distribuição foi uniforme em toda a retina, o que sugere que este sistema pode cobrir, efectivamente, todas as partes das células ganglionares da mesma retina.
Todo o estudo foi publicado por Won kyu Ju, co-autor do artigo “Cell Death and Disease“, em Agosto de 2015.
Com este sucesso, os cientistas testarão outros genes candidatos para melhorar as defesas do olho contra o glaucoma – que é a segunda maior causa de cegueira em todo o mundo.
Fonte: Emma Bryce em ucsd.edu







