A Pleimo é a mais recente plataforma de streaming de música disponível em Portugal e que já conta com cerca de 250 mil artistas e mais de 5 milhões de músicas disponibilizadas de forma ilimitada e com o preço mais baixo do mercado, um trunfo importante nesta nova batalha pelo bolso de quem ouve.
Sabemos, porém, que nem tudo são rosas neste novo processo de audição. Os utilizadores podem ouvir o que querem e quando querem, pagando um fee mensal muito baixo ou, inclusive, fazê-lo gratuitamente desde que minados com publicidade. Mas e o outro lado? O lado dos compositores e dos músicos que alimentam estes novos players (para além de todos os outros)? Sabemos bem das queixas quanto ao pagamento dos direitos, tão baixos quanto ridículos, e parece que todos se esquecem que os compositores também têm obrigações, como por exemplo… pagar contas no final do mês.
A confiar nas palavras do fundador e CEO da empresa, o economista e músico Dauton Janota, a Pleimo “é uma solução completa para um artista trabalhar e ser devidamente renumerado por isso. Um dos públicos mais focados pela plataforma é o artista independente, que representa 95% da produção musical no mundo, segundo dados da International Federal of the Phonographic Industry (IFPI). O outro foco é o utilizador final, que terá à disposição uma grande variedade de músicas – fruto de parcerias com diversas produtoras e os próprios músicos, de todo o mundo”.
Já tem representação no Brasil, EUA, Inglaterra, Filipinas, Portugal e China, possibilitando que os fãs possam adquirir produtos exclusivos de bandas e contribuam com parte do valor da sua assinatura de plano de streaming para o seu artista ou banda favorito.
Estou fazendo figas para que seja mesmo assim!






