
Quem é da minha geração viu (e seguiu) as aventuras do “Homem da Atlântida”, uma série televisiva muito má mas que, numa altura em que se via o A-Team, um carro que falava e voava (não estou a falar do Herbie) e telenovelas intermináveis como o Dinastia ou o Falcon Crest, preenchiam menos mal as poucas horas televisivas da oferta de um canal e meio por dia.
Lembrei-me deste homem com guelras no pescoço quando vi este produto, ainda protótipo, mas que promete ao Homem sem guelras poder nadar sem tirar a cabeça de dentro de água. O PowerBreather, da empresa germânica Marwin, é uma espécie de tubo respiratório para o séc. XXI, uma máscara que pretende evitar que o nadador vire o pescoço e tire a cabeça de água para poder respirar entre braçadas. Tem duas válvulas nas extremidades: uma coloca-se na boca e outra na nuca e, pelo que parece, fazem circular o ar sem deixar que uma gota de água interfira com a concentração do nadador.







