Para 99% da população global, o nome Ray Kurzweil não quer dizer nada, sendo apenas difícil de se pronunciar.
Por outro lado, alguns músicos mais ligados à tecnologia (como foi o meu caso) e aos seus encantos primórdios, ficaram a conhecer o nome na forma de um logotipo que assinava um dos melhores sintetizadores à época, mais caro que um carro dos bons… ou até dois.
Após esses tempos áureos de dedicação à electrónica e algoritmos específicos e etecétera, mas cujo interesse e marca ainda se mantêm, Kurzweil virou-se para si próprio e foi-se transformando num “inventor futurista”, como lhe chamam, obcecado com a ideia da “quase-imortalidade” através da extensão da vida de forma científica. Ou seja, quase ficção… científica.
Mas eis que investigadores do espanhol Centro Nacional de Investigações Oncológicas D Carlos III conseguiram provar que é possível aumentar a vida de um rato até 24% só com um simples tratamento, ao invés de medicação desde o embrião como era testado até agora. Ou seja, e digo eu que não percebo muito disto, é uma espécie de “terapia do gene” que atrasa o envelhecimento das células, evita a osteoporose e resistência à insulina, para citar alguns exemplos.
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Ainda está tudo muito no início, mas…. o Ray tinha razão como se pode ver nas suas predições a que chamaram “futuristas“…



