
Antigamente podiamos comprar um telefone (e demais equipamentos audiovisuais) da Sharp nas lojas nacionais. E se eram bons! Mas a lei do mercado impera, Portugal não vale a pena para muitas marcas, e eis que vamos perdendo representações oficiais da totalidade ou parte das gamas.
Continuamos a ver esta situação a complicar-se. Alguns exemplos? Os equipamentos da HTC, como o maravilhoso One, é para quem vai lá fora. Smartphones da Panasonic, idem. E a Nikon que nem um escritório tem por cá? Ou a Olympus, a Pentax… até a Philips que já só vende produtos para Lar e saúde. Há dezenas de exemplos.
Mas como a net é global, e ainda recebemos algumas revistas em papel por cá, somos confrontados com anúncios destes, que nos apelam aos sentidos, que nos fazem desejar imediatamente o que mostram. É o caso do novo Sharp Aquos Crystal, um smartphone de gama média, com ecrã de 5″ de resolução HD 720p, um processador Snapdragon 400, Ram com 1,5 GB e apenas 8 GB de memória. Mas então o que se passa com este Android 4.4.2 com bateria de apenas 2,040 mAh?
O desenho incrívelmente simples e a quase total ausência de moldura!
Pode ser um telefone de gama média (e para os nossos padrões, não pode ser mais caro que os 200€), mas ainda anuncia o processamento do som pelas mãos da Harman Kardon e é compatível com a coluna Onyx Studio através de bluetooth.
A Sharp promete vender este Sharp Aquos Crystal nos EUA e avança também com o anúncio do irmão maior, o phablet Aquos Crystal X com ecrã de 1080p, processador Snapdragon 801 e 16 GB de memória. Mas é só para o mercado interno, ou seja, o nipónico. Alguém em Tokyo?




