SPC traz-lhe a importância de criar uma casa conectada e como melhora de forma real e tangível a vida dos seus habitantes

Para que precisa de um alarme de arrombamento se está sempre em casa? Para que quer luzes inteligentes se pode usar as suas velhas lâmpadas? Quem coloca uma câmara de segurança na sua própria casa?

Tudo depende do contexto e, a uma semana de se celebrar o Dia Nacional da Paralisia Cerebral, no dia 20 de outubro, a SPC, empresa tecnológica especializada no desenvolvimento de produtos eletrónicos de consumo, mostra como estes produtos podem facilitar a vida das pessoas que sofrem desta doença.

As pessoas com paralisia cerebral têm, tendencialmente, uma limitação na coordenação motora, seja ela mais ou menos significativa, o que significa que podem sofrer de dificuldade em movimentar membros ou mesmo de paralisia parcial – para pessoas comuns, sair da cadeira para ir acender a luz ao fundo da sala ou ligar o aquecedor são coisas banais, no entanto, para pessoas com este tipo de doença, são ações que requerem um esforço tremendo.

E é aqui que os produtos de IoT podem ajudar a melhorar o seu estilo de vida, uma vez que foram concebidos para isso mesmo: tornar algumas ações mais simples e confortáveis.

Uma casa inteligente vem mudar a vida destas pessoas.

A importância de uma casa inteligente na visão de uma pessoa com paralisia cerebral

Para pessoas com mobilidade reduzida ou outro tipo de doenças, poder clicar num botão e obter uma reação dos equipamentos da casa é a diferença entre o conforto e o desconforto; acender uma luz sem precisarem de se deslocar, gerir a temperatura do espaço, saber quando alguém entrou no seu espaço e ver quem foi… tudo isto são coisas que assumem uma importância muito maior do que qualquer outra pessoa pode supor.

Traduzem-se em segurança e em descanso para aqueles que mais necessitam. E a verdade é que hoje em dia basta meia dúzia de dispositivos para se poder controlar quase toda a casa.

Pedro Teixeira, de 27 anos, tem uma plataforma na Internet, denominada Tecla3, que reúne informação especialmente destinada a pessoas com deficiências.

Ele, que sofre de paralisia cerebral, dislexia e alguns problemas motores, explica na primeira pessoa as vantagens que produtos IoT têm no dia a dia e de que forma ter uma casa inteligente adaptada melhora o seu dia a dia.

Através dos seus vídeos, o Pedro mostra que com comandos infravermelhos Wi-Fi é possível gerir inúmeros equipamentos, desde televisões ao ar condicionado;

existem alarmes que funcionam em conjunto com sensores de portas e janelas, de forma a avisar sempre que alguém entra no espaço, enquanto podem também ser sincronizados com câmaras de movimento para que soem sempre que o mesmo é detetado, ou para que as luzes dos espaços se acendam ou desliguem, graças às lâmpadas inteligentes, sem necessidade de ir clicar no interruptor.

Graças aos equipamentos IoT, é possível para todas as pessoas manter a casa segura e prática para que se sintam confortáveis lá dentro, confiantes de que nada se passa sem que o saibam e que não terão qualquer problema em executar algumas das tarefas mais simples sem ajuda de terceiros.

João Gata

Começou em vídeo e cinema, singrou em jornalismo, fez da publicidade a maior parte da vida, ainda editou discos e o primeiro dos livros e, porque o bicho fica sempre, juntou todas estas experiências num blogue.

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