
Façam lá as contas de somar! Quantos filmes têm no disco rígido? E quantas músicas? E quantas fotos? E quanto trabalho?
Vamos lá fazer outra conta: quantos discos rígidos têm?
Pois é com esta verdade, e uma resposta directa ao armazenamento na nuvem que não encanta todo o mundo (muito menos agora após o SnowdenGate), que se anuncia a SPA.
A SPA (Storage Products Association), não confundir com as duas associações portuguesas, é a aposta da WD que tem o apoio da HGST, Seagate e Toshiba, grosso modo, os grandes nomes industriais deste sector.
A associação pretende chamar a atenção dos consumidores e profissionais do quanto os discos rígidos (HDDs) e as unidades híbridas (SSHDs) são críticas para as suas vidas digitais.
“Com a expansão continuada e rápida da produção de conteúdos digitais, espera-se que a procura de capacidade de armazenamento cresça anualmente na casa dos 30 por cento até 2020”, disse a propósito Tim Leyden, presidente da WD. “Nesse espaço de tempo, será desenvolvido um conjunto de tecnologias de forma a servir os consumidores de forma apropriada e cerca de 75 por cento da capacidade deverá ser fornecida por dispositivos baseados em discos magnéticos rotativos.”
Para mais informações sobre a SPA visite www.storage-products-





