Estes todos foram Ferraris de Formula 1, carros de corrida, motores sobre rodas. Muitos foram campeões, outros viram perecer os seus pilotos. Mas a Fórmula 1 nunca foi isenta de riscos, quem lá anda sabe ao que vai, que tudo pode acontecer. Se se safar, será endeusado. Se morrer, um mito.
Não sou contra a protecção dos pilotos, mas sou a favor de uma fórmula. Sei os riscos, percebo-os, mas o desporto mais rápido do mundo nunca estará isento deles. Daí chegar ao ponto de querer, a todo o custo, tornear a causa das coisas, leva a que se cometam erros. Este “Halo” agora testado é um erro. Evita apenas um tipo de acidentes, não todos. E pode virar o feitiço contra o feiticeiro.
Acima de tudo, parece um fio dental. Mau demais. E pode levar os resistentes às péssimas mudanças que todos os anos enfraquecem o desporto-rei (o futebol nunca o foi) a desligarem o televisor. Será que a Fórmula 1 está próxima do fim?
Não é possível!















