A empresa Fairphone (que se pode traduzir por “telefone justo”) continua a sua demanda anti-consumo. Se já apresentou produtos revolucionários em relação aos materiais utilizados (prefere os sustentáveis), é hora de apostar num telefone duradouro para reduzir o impacto ambiental nos vários países que fornecem as matérias primas.
O Fairphone 2 é o primeiro smartphone modular que chega ao mercado, antes mesmo do muito badalado e eternamente esperado Project Ara (Google e Motorola), que permite alguma interacção do utilizador. Não é tão avançado como o citado Ara (que permitirá mudar os módulos de uma forma muito fácil), mas permite uma abertura rápida (dois travões e parafusos) para aceder aos módulos para uma possível substituição.
Tecnicamente, apresenta-se com um ecrã de 5″ Full HD, processador quad-core Qualcomm Snapdragon 801, 2 GB de RAM, 32 internos, câmara traseira com 8MP, Dual SIM e entrada para cartão microSD. Não é o mais bonito, nem o mais fino (11mm), nem o mais leve (168 g) e o chipset fica-se pela versão Android Lollipop, mas quem liga a essas coisas quando existe uma App nossa amiga denominada Privacy Impact que nos avisa dos perigos reais na instalação de qualquer aplicação e dos seus “limites” no tratamento da nossa privacidade?





