A Fórmula 1 está em total ebulição após o mega anúncio da contratação de Lewis Hamilton pela Scuderia Ferrari. Quanto a isso, é melhor não escrever a minha opinião porque, como ferrenho tifosi que sou, não desculpo muitas das “azelhices” do “mimimi” contra os carros vermelhos e nunca esquecerei como Massa ficou sem o título graças a uma “estranha curva”, uma “grua ilegal” e 300 metros de falcatrua.
Mas ontem soube-se mais uma grande mudança nos regulamentos somente com o objectivo de facilitar ultrapassagens com o DRS.
Qualquer amante de fórmulas não gosta do DRS pois é uma marosca técnica. Ao invés da FIA deixar a criatividade e engenho dos profissionais que pensam e constroem o carro, continua a apostar em remendos pouco eficazes.

Fórmula 1 DRS
Mas, seguindo a notícia da LUSA, e de acordo com o comunicado dos organizadores do campeonato do mundo, o sistema DRS (abertura da asa traseira do carro que segue a menos de um segundo do que o precede) poderá activar-se a partir da segunda volta de cada corrida quando antes era permitido apenas a partir da terceira.
Também foram anunciadas medidas para os fins de semana das corridas ‘sprint’ (disputadas ao sábado, com um máximo de 100 quilómetros). Os primeiros treinos livres e a qualificação para as ‘sprint’ adiantam um dia e passam a disputar-se na sexta-feira, estando reservadas, para sábado, a corrida ‘sprint’ e a qualificação da corrida principal (disputada ao domingo), respetivamente.
Foi ainda permitida a utilização de quatro unidades de potência (motores), em vez das três até aqui autorizadas, possibilitando às equipas dar uma utilização mais intensiva aos motores sem medo de penalizar.
Em 2024, as corridas sprint decorrem no Brasil, na Áustria, no Qatar, em Miami, China e Austin (Estados Unidos).
AGYR // AJO – Lusa/Fim





