A Microsoft lança o Disrupt – Um videocast executivo sobre o potencial da Inteligência Artificial.
O ritmo da inovação nos últimos anos foi sem precedentes. Num curtíssimo espaço de tempo, passámos da emergência da transição digital para um salto quântico no desenvolvimento e adoção de ferramentas tecnológicas inovadoras, como a Inteligência Artificial (IA).

A partir desta realidade, a questão que se coloca é, qual a capacidade dos diversos setores de atividade na adoção e implementação de novas soluções baseadas em IA?
Com o objetivo de democratizar todas as inovações em IA, ajudar pessoas e organizações a serem mais produtivas e apoiar o mercado português a entender melhor esta oportunidade, democratizando o conhecimento, a Microsoft criou o DisruPT, um novo videocast executivo que será lançado hoje, dia 5 de fevereiro, e contará com alguns líderes de empresas nacionais a atuar em diversos setores de atividade.

Este conjunto de conversas lideradas por Andrés Ortolá, Diretor Geral e Presidente da Microsoft Portugal terão como primeiro convidado Miguel Maya, CEO do Millenium BCP que deu a conhecer a sua visão sobre a importância da Inteligência Artificial e como esta já está a alterar aquele que será o futuro do setor da Banca com destaque para:
“A tecnologia é absolutamente crítica para o setor financeiro e a IA é uma nova dimensão que vai revolucionar a forma como as pessoas se relacionam e as empresas trabalham!”
““Trata-se de uma mudança estrutural que vai buscar os fundamentos da inteligência natural. Não podemos ter boas respostas se os problemas não forem bem identificados e hoje um dos maiores problemas das organizações é a capacidade de se fazerem as perguntas certas para se obterem respostas acertadas, pelo que é muito importante treinar as pessoas a efetuarem um diagnóstico correto que permita formular adequadamente as perguntas a fazer”
“O Cliente não precisa de saber se a instituição está a utilizar IA ou não, o que precisa de saber é que está a interagir com uma instituição de confiança, com capacidade para o servir de forma completamente distintiva e hiperpersonalizada e que trata sempre a informação com enorme cuidado e rigor. Confiança e Serviço são fundamentais na Banca”
“Não há excluídos na adoção desta tecnologia, a não ser os que se queiram auto-excluir. Assentando a IA generativa em linguagem natural permite que qualquer pessoa sem competências tecnológicas a possa utilizar e dela tirar o máximo partido”
“Na Banca não podemos correr o risco de utilizar IA e receber resultados que possam ser alucinações e criar situações em que o cliente perde a confiança”
“Esta tecnologia aumenta a capacidade dos humanos, não os substitui. Esta tecnologia super-capacita as pessoas”
“O território de afirmação do Millennium bcp está na relação simbiótica entre pessoas e tecnologia, em que cada parte agrega valor à outra amplificando de forma exponencial aquilo que o Banco é capaz de produzir para o Cliente”
“As máquinas não têm alma, não têm emoções e o cliente é um ser emocional que precisa de saber que há uma mão fisica, com temperatura humana, que está lá e consegue resolver as suas necessidades”
“Os detalhes da interação humana nunca são possíveis de suprir apenas com tecnologia”
“Temos em curso um projeto com o Copilot da Microsoft, disponível nesta fase, para cerca de 300 pessoas no BCP”
“Numa intervenção que fiz internamente numa reunião geral de Colaboradores, os meus primeiros cinco minutos de discurso foram gerados por IA e eu revi-me integralmente em tudo o que disse ”
“Eu vou completar-me com a máquina”
Entre exemplos de diversas formas de implementar a IA e o impacto direto no seu dia-a-dia, temos uma certeza, a de que estamos perante uma tecnologia que vem apoiar o lado humano e não substitui-lo.




