E eis que chegou o modelo que vem substituir o meu.
Toda uma era acabou… Olho para o meu, ali, quieto, sem o ecrã Retina de tão extraordinária qualidade (2560×1600 pixels), sem emagrecer há ano e meio (o novo pesa agora pouco mais de 2 kg), com uma silhueta antiquada (o novo emagreceu 20%) e…
Bom, aparte o ecrã retina, realmente fabuloso com tecnologia IPS que permite menos 75% de reflexos, mais 28% de contraste e um ângulo de visão de 178 º, é a ausência de drive física (DVD/CD) que ainda me faz comichão. Sim, eu sei que é raro utilizar a minha, mas de vez em quando lá surge a necessidade, dependendo dos trabalhos ou até para coisas tão simples como ir buscar qualquer conteúdo a um arquivo muito antigo, talvez de 2010. Ainda é cedo, digo eu, e será algo que poderá agradar à comunidade Applefã (tudo o que vem da marca é bom e não se fala mais nisso) mas que poderá assustar aquela fatia que engrossa a cada mês que passa que são os utilizadores normais de computadores que estão a optar pelo hype da marca. E nesta altura do campeonato, essas vendas contam e muito.
Continuando na apresentação, e agora deixando de lado a brincadeira, este novo Macbook Pro é realmente um maquinão e coloca o meu a alguns anos de distância mesmo se comprado há pouco tempo.
Processadores Intel Core i5 a 2,5 GHz, gráficos Intel HD 4000, 8 GB de memória RAM a 1600 MHz, são realmente um belo cartão de visita. Mas eis que chega uma outra novidade e muito mais importante> o armazenamento é agora totalmente em SSD até 768 GB!!!!!!! Ok, já estamos de sorriso aberto. Mais coisas? Duas ligações Thunderbolt, mais duas USB 3 e a porta HDMI. A câmara frontal segue já a “tradicional” FaceTime HD, Wi-Fi 802.11n, Bluetooth 4.0, duplo microfone e, dizem (será muito bem vindo) melhores afifalantes/melhor som, porta MagSafe 2 para dar-lhe vida e também a esperada autonomia de até 7 horas.
Convenhamos, é ou não é um produto de desejo?
Mas vou manter o meu… é que preciso, porque tenho equipamento assim e que me custou caro por ser assim, da ligação Firewire… e, já agora, também da Ethernet para ligar o cabo que me dão nos flats de São Paulo. Sim, ainda há mundo sem Wifi…









